Poeta Raimundo Nonato
domingo, 16 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
A morte e o urubu
A morte e o urubu
Autor poeta Raimundo Nonato da Silva
Conheço um medico prefeito
Que o homem é muito forte
Se ele disser a alguém
Pode esperar pela morte
Assusta logo a pessoa
E quem estiver numa boa
Já sente um profundo corte
O medico simboliza a morte
Morte sim e vida não
Ele visita o doente
Com o vendedor de caixão
Assim que o enfermo vê
Começa logo a morrer
Para cérebro e coração
O vendedor de caixão
Simboliza o urubu sim
Sempre acompanha o doutor
Quando o doente estiver ruim
O doutor fala você
Leve o caixão pra vender
Que fulano estar no fim
Se o doutor for faz uma visita
Só ninguém lhe ignora
Mas, se o vendedor de caixão.
For com ele o povo chora
Fica o doente tremendo
Batendo as pernas dizendo
Será que é minha hora
A futura viúva chora
Vendo a morte e o urubuzão
Espera um da à sentença
Na mais triste ocasião
E o urubu sem pena
Mede o doente com uma treina
E diz de que cor quer o caixão
A morte diz vai morrer
E a vitima no desafio
Vendo o abutre com calma
Esperar pra comer frio
Parece coisa combinada
Pense numa dupla danada
Merece até elogio
Certa vez o medico foi
Convidado a um aniversario
E o vendedor de caixão
Que também é empresário
Foi com o doutor também
Quando os dois chegaram alguém
Disse o momento é precário
O aniversariante
Começou logo a dizer
Hoje é meu aniversario
Ou será que vou morrer
Eu convidei o doutor
Ele trouxe o vendedor
De caixão o que vieram fazer
Na política é deste jeito
Todos pensam positivos
Ganham com os eleitores mortos
Ganham com os eleitores vivos
Em tudo existe coloio
E em troca de apoio
Cada um quer um motivo
.
Autor poeta Raimundo Nonato da Silva
Conheço um medico prefeito
Que o homem é muito forte
Se ele disser a alguém
Pode esperar pela morte
Assusta logo a pessoa
E quem estiver numa boa
Já sente um profundo corte
O medico simboliza a morte
Morte sim e vida não
Ele visita o doente
Com o vendedor de caixão
Assim que o enfermo vê
Começa logo a morrer
Para cérebro e coração
O vendedor de caixão
Simboliza o urubu sim
Sempre acompanha o doutor
Quando o doente estiver ruim
O doutor fala você
Leve o caixão pra vender
Que fulano estar no fim
Se o doutor for faz uma visita
Só ninguém lhe ignora
Mas, se o vendedor de caixão.
For com ele o povo chora
Fica o doente tremendo
Batendo as pernas dizendo
Será que é minha hora
A futura viúva chora
Vendo a morte e o urubuzão
Espera um da à sentença
Na mais triste ocasião
E o urubu sem pena
Mede o doente com uma treina
E diz de que cor quer o caixão
A morte diz vai morrer
E a vitima no desafio
Vendo o abutre com calma
Esperar pra comer frio
Parece coisa combinada
Pense numa dupla danada
Merece até elogio
Certa vez o medico foi
Convidado a um aniversario
E o vendedor de caixão
Que também é empresário
Foi com o doutor também
Quando os dois chegaram alguém
Disse o momento é precário
O aniversariante
Começou logo a dizer
Hoje é meu aniversario
Ou será que vou morrer
Eu convidei o doutor
Ele trouxe o vendedor
De caixão o que vieram fazer
Na política é deste jeito
Todos pensam positivos
Ganham com os eleitores mortos
Ganham com os eleitores vivos
Em tudo existe coloio
E em troca de apoio
Cada um quer um motivo
.
Só somos seres mortais
Só somos seres mortais
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Nascemos para morrer
A nossa vida é assim
Cada um tem sua hora
Teve começo tem fim
A nossa vida terrena
É somente uma passagem
Que a gente não trás nem neva
Nada na nossa bagagem
E como um vento que passa
É nossa vida terrena
Se iludir com o mundo
Amigo não vale a pena
Quem parte deixa lembrança
Cada um deixa uma história
E se for boa alguns amigos
Celebram em nossa memória
Reparta o pão com o próximo
Com um e até com dois
Porque Deus lhe dar em dobro
Na terra e no céu depois
Irmão não seja egoísta
Ao invés do mal faça o bem
Porque Deus ajuda aqueles
Que ajudam os que não tem
Leve um abraço apertado
E um aperto de mão
Perdoe quem lhe ofendeu
Se pecar peça perdão
Não guarde magoa no peito
Nem rancor no coração
Deixe de ser inimigo
E passe a ser um irmão
Não queira humilhar alguém
Que se acha inferior
A cima de você tem
Deus que é superior
Na nossa vida terrena
Só somos seres mortais
Só Deus manda só Deus pode
Nós todos somos iguais
Ninguém leva em sua morte
O que ao nascer não trás
Tudo que preciso em vida
Na morte não quero mais
Se desprenda do orgulho
E dos bens materiais
No reino de Deus teremos
Corpos espirituais
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Nascemos para morrer
A nossa vida é assim
Cada um tem sua hora
Teve começo tem fim
A nossa vida terrena
É somente uma passagem
Que a gente não trás nem neva
Nada na nossa bagagem
E como um vento que passa
É nossa vida terrena
Se iludir com o mundo
Amigo não vale a pena
Quem parte deixa lembrança
Cada um deixa uma história
E se for boa alguns amigos
Celebram em nossa memória
Reparta o pão com o próximo
Com um e até com dois
Porque Deus lhe dar em dobro
Na terra e no céu depois
Irmão não seja egoísta
Ao invés do mal faça o bem
Porque Deus ajuda aqueles
Que ajudam os que não tem
Leve um abraço apertado
E um aperto de mão
Perdoe quem lhe ofendeu
Se pecar peça perdão
Não guarde magoa no peito
Nem rancor no coração
Deixe de ser inimigo
E passe a ser um irmão
Não queira humilhar alguém
Que se acha inferior
A cima de você tem
Deus que é superior
Na nossa vida terrena
Só somos seres mortais
Só Deus manda só Deus pode
Nós todos somos iguais
Ninguém leva em sua morte
O que ao nascer não trás
Tudo que preciso em vida
Na morte não quero mais
Se desprenda do orgulho
E dos bens materiais
No reino de Deus teremos
Corpos espirituais
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Um político sem palavra
Um político sem palavra Autor poeta
Raimundo Nonato da silva
Um político sem palavra
É a coisa pior que tem
Ele enganou quem já foi
Vai enganar quem já vem
Mente muito e faz o mal
E com a cara de pau
Às vezes nem mente bem
Na campanha eleitoral
Promete o mundo e o fundo
Promete em prego ou dinheiro
Passa a perna em todo mundo
Promete tudo de graça
E depois que a eleição passa
Nem o fundo nem o mundo
Engana Zé e Raimundo
Com a conversa bonita
Aperta na mão do povo
E mente pra fazer fita
Mente da segunda a sexta
E ainda tem gente besta
Que no político acredita
Vai vir à próxima eleição
Alguém vai querer aprovo
Vou esperar alguém vir
Pedir meu voto de novo
Eu não vou com desrespeito
Mas, vou dizer desse jeito.
Pare de enganar o povo
Homem que não tem palavra
Eu não dou nele um tostão
Inda mais sendo político
Que gosta de enganação
Promete não paga e deve
Quatro anos passa breve
Vou lhe esperar cidadão
Não tem político que preste
Nunca vi um como aquele
Sou mais o ladrar de um cão
Do que a palavra dele
Deixou o povo descrente
Por isso é que muita gente
Já não acredita nele
Raimundo Nonato da silva
Um político sem palavra
É a coisa pior que tem
Ele enganou quem já foi
Vai enganar quem já vem
Mente muito e faz o mal
E com a cara de pau
Às vezes nem mente bem
Na campanha eleitoral
Promete o mundo e o fundo
Promete em prego ou dinheiro
Passa a perna em todo mundo
Promete tudo de graça
E depois que a eleição passa
Nem o fundo nem o mundo
Engana Zé e Raimundo
Com a conversa bonita
Aperta na mão do povo
E mente pra fazer fita
Mente da segunda a sexta
E ainda tem gente besta
Que no político acredita
Vai vir à próxima eleição
Alguém vai querer aprovo
Vou esperar alguém vir
Pedir meu voto de novo
Eu não vou com desrespeito
Mas, vou dizer desse jeito.
Pare de enganar o povo
Homem que não tem palavra
Eu não dou nele um tostão
Inda mais sendo político
Que gosta de enganação
Promete não paga e deve
Quatro anos passa breve
Vou lhe esperar cidadão
Não tem político que preste
Nunca vi um como aquele
Sou mais o ladrar de um cão
Do que a palavra dele
Deixou o povo descrente
Por isso é que muita gente
Já não acredita nele
homenagem a mulher
Poesia em homenagem a mulher
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Todo mulher é bonita
Por dentro e também por fora
Minha homenagem à mulher
Eu quero fazer agora
No dia oito de março
Sua data se comemora
Por isso eu tiro o chapéu
Pra senhorita e senhora
A mulher é nossa mãe
É filha irmã e neta
Tia sobrinha e avó
Musa e miss completa
Namorada noiva esposa
Minha jóia predileta
E quando não é amiga
É amada do poeta
Eu respeito à mulher loira
A preta branca ou morena
Gosto da gorda e da magra
Pode ser grande ou pequena
Em jornal filme e novela
Ela é quem enfeita a sena
Quando eu vejo mulher triste
Começo chorar com pena
Vejo princesa e rainha
Que estão no abandono
Mulher lida sem carinho
Que perde noites de sono
Que ser princesa e rainha
De um príncipe e rei sem trono
Venha ser a dona minha
Deixe Deus ser nosso dono
A mulher é para mim
Uma pedra preciosa
Que tem brilho de estrela
E é linda como uma rosa
Fico feliz quando vejo
Mulher bem feita e charmosa
E gosto de fazer dengo
Quando a mulher é fogosa
Alguém diz que em mulher
Não se bate nem com uma flor
Nem com dedo e nem com a mão
Pra ela não sentir dor
Não sei bater em mulher
Só dou carinho e amor
Beijo abraço etc.
De baixo do cobertor
Dou nota dez pra mulher
Essência de odor profundo
E o titulo oitava
Maravilha deste mundo
Se Deus fizesse outra Eva
Da costela de Raimundo
Já que não fui o primeiro
Seria o Adão segundo
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Todo mulher é bonita
Por dentro e também por fora
Minha homenagem à mulher
Eu quero fazer agora
No dia oito de março
Sua data se comemora
Por isso eu tiro o chapéu
Pra senhorita e senhora
A mulher é nossa mãe
É filha irmã e neta
Tia sobrinha e avó
Musa e miss completa
Namorada noiva esposa
Minha jóia predileta
E quando não é amiga
É amada do poeta
Eu respeito à mulher loira
A preta branca ou morena
Gosto da gorda e da magra
Pode ser grande ou pequena
Em jornal filme e novela
Ela é quem enfeita a sena
Quando eu vejo mulher triste
Começo chorar com pena
Vejo princesa e rainha
Que estão no abandono
Mulher lida sem carinho
Que perde noites de sono
Que ser princesa e rainha
De um príncipe e rei sem trono
Venha ser a dona minha
Deixe Deus ser nosso dono
A mulher é para mim
Uma pedra preciosa
Que tem brilho de estrela
E é linda como uma rosa
Fico feliz quando vejo
Mulher bem feita e charmosa
E gosto de fazer dengo
Quando a mulher é fogosa
Alguém diz que em mulher
Não se bate nem com uma flor
Nem com dedo e nem com a mão
Pra ela não sentir dor
Não sei bater em mulher
Só dou carinho e amor
Beijo abraço etc.
De baixo do cobertor
Dou nota dez pra mulher
Essência de odor profundo
E o titulo oitava
Maravilha deste mundo
Se Deus fizesse outra Eva
Da costela de Raimundo
Já que não fui o primeiro
Seria o Adão segundo
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
O rio precisa de paz
O rio precisa de paz
Letra e música
Poeta Raimundo Nonato da Silva
O nosso Brasil precisa de paz
Sem crime sem droga arma e confusão
Sem pânico e terror nervosismo e medo
Que haja entre todos mais compreensão
Se todo lutarem em busca da paz
A paz reinará no morro alemão
Eu queria vê o Brasil feliz
Bandido se tornando um homem de bem
Policia fardada sem armas nas mãos
Sem ninguém morrer sem matar ninguém
O Brasil que sonho pra ser meu Brasil
É o Brasil dos sonhos dos outros também
Rio de janeiro é uma terra linda
Morro alemão tijuca e rocinha
Quero paz pro rio e para o Brasil
E que a paz reine na terra todinha
A paz que desejo para o mundo inteiro
Desejo que ela também seja minha
Meus pais me ensinaram trabalhar com garra
Comer do suor jorrado do rosto
E mesmo sofrendo eu nunca assaltei
Nem pai e nem mãe teve este desgosto
Feliz de quem come do pão do trabalho
Quem come suado come com bom gosto
Já chega de trafico de arma e de droga
Deus não fez o homem pra matar ninguém
Deus lhe deu a vida pra você viver
E deixar os outros viverem também
Quem mata é porque não tem coração
E quem ama a vida já mais mata alguém
Se a arma mata a droga destrói
Uma coisa ou outro trás destruição
Quero ver a paz jorrando esperança
E a fé nascendo em todo cristão
Quem disse que bala que acerta é perdida
Se quando acha uma vida cai alguém no chão
Letra e música
Poeta Raimundo Nonato da Silva
O nosso Brasil precisa de paz
Sem crime sem droga arma e confusão
Sem pânico e terror nervosismo e medo
Que haja entre todos mais compreensão
Se todo lutarem em busca da paz
A paz reinará no morro alemão
Eu queria vê o Brasil feliz
Bandido se tornando um homem de bem
Policia fardada sem armas nas mãos
Sem ninguém morrer sem matar ninguém
O Brasil que sonho pra ser meu Brasil
É o Brasil dos sonhos dos outros também
Rio de janeiro é uma terra linda
Morro alemão tijuca e rocinha
Quero paz pro rio e para o Brasil
E que a paz reine na terra todinha
A paz que desejo para o mundo inteiro
Desejo que ela também seja minha
Meus pais me ensinaram trabalhar com garra
Comer do suor jorrado do rosto
E mesmo sofrendo eu nunca assaltei
Nem pai e nem mãe teve este desgosto
Feliz de quem come do pão do trabalho
Quem come suado come com bom gosto
Já chega de trafico de arma e de droga
Deus não fez o homem pra matar ninguém
Deus lhe deu a vida pra você viver
E deixar os outros viverem também
Quem mata é porque não tem coração
E quem ama a vida já mais mata alguém
Se a arma mata a droga destrói
Uma coisa ou outro trás destruição
Quero ver a paz jorrando esperança
E a fé nascendo em todo cristão
Quem disse que bala que acerta é perdida
Se quando acha uma vida cai alguém no chão
Assinar:
Postagens (Atom)