Poeta Raimundo Nonato

quinta-feira, 8 de abril de 2010

PREFEITO NO SONHO

PREFEITO NO SONHO

AUTOR POETA RAIMUNDO NONATO DA SILVA



FUI UM PREFEITO NO SONHO
E NA GESTÃO DO PENSAMENTO
CALCEI AS RUAS DE SOUSA
FIZ MAIS DE UM APARTAMENTO
E DEPOIS DEI PÃO E ÁGUA
PRA QUÉM QUERIA ALIMENTO

PLANTEI MAIS DE UM PROGETO
PROS SONHOS DA JUVENTUDE
INVESTI NA EDUCAÇÃO
E SUPEREI NA SAUDE
COMO PREFEITO DE SONHO
MAS COMO REAL NÃO PUDE

GASTEI COM AGRICULTURA
FIZ UM TRABALHO BEM FEITO
INRRIGUEI A REGIÃO
NESTE MEU SONHO PERFEITO
FUI COMO UM VERIADOR
QUEQUERIA SER PERFEITO

EU ASFALTEI MUITAS RUAS
E FUI BOM DE CALSSAMENTO
DEI DINHEIRO PRA POBRESA
GASTEI COM MEDICAMENTO
NÃO FUI PREFEITO REAL
MAS EU FUI NO PESSAMENTO

CONSTRUI CATORSE CRECHE
PROS MENORES ABANDONADOS
FIZ DEZ ABRIGOS PROS VELHOS
IDOSOS E DESPRESADOS
MAIS DE MIL HABITAÇÕES
PROS POVOS DESABRIGADOS

EU QUERIA ATÉ DA TERRA
PRA QUÉM PRECISA DE TERRA
PROS HOMEMS DESCAMISADOS
DA CIDADE SITIO E SERRA
POR OS POBRIS SÃO VITIMAS
DA DOR DA FOME E DA GUERRA









EU QUERIA IRRIGAR SOUSA
COM O CANAL DA REDENÇÃO
PRAGENTE PRANTAR ARROS
BATATA MILHO E FEIJÃO
COCO BANANA E TOMATE
CACAU CAFÉ E MELÃO

SOUSA NOSSA REGIÃO
PODERAR SER A PRIMEIRA
CRECER NA AGRICULTURA
E ENRRICAR POR INTEIRA
TAMBÉM COM APECUÁRIA
A RIQUEZA BRASILEIRA

SOUSA ERA PARA SER
O ORGULHO NORDESTINO
CRECER COM A CRIAÇÃO
DE SUINO E DE BOVINO
AVICULTURA TAMBÉM
SEM ESQUESER DO BOVINO

SOUSA PODE SER AINDA
A FONTE DO ALGODÃO
DO LEITE QUEJO EMANTEIGA
E FAZER ESPORTAÇÃO
PRO BRASIL E ESTRAGEIRO
MESMO SENDO SÓ SERTÃO

PRECIZAMOS DE UNIÃO
NO SERTÃO E NO AGRESTE
FAZER DE SOUSA A METRÓPOLE
PRINCIPAL EM TODO TESTE
VAMOS FAZER DOIS PAISIS
UM BRASIL OUTRO NORDESTE

FUI EU PREFEITO DE SONHO
DE ILUZÃO E FANTAZIA
JÁ QUE EU NÃO FUI REAL
FAZENDO O QUE PRETENDIA
PESSO A DEUS QUE OUTRO FAÇA
O QUE EU FAZER QUERIA

Se eu fosse o governo da nação

Autor Poeta Raimundo nonato da silva

Se eu fosse o governo da nação
O prefeito de cada cidade
Passaria ganhar só a metade
Do que ganha sem nem ter precisão
Acabava com a corrupção
Deputado não faz mais roubalheira
Eu já mais ia ser de brincadeira
Se eu fosse o governo da nação

Se eu fosse o governo da nação
Não iria ter mais Vereadores
Deputados e nem os senadores
Só prefeito pra cada região
Um governo pra cada Sertão
Em Brasília era só um Presidente
Desta feita era tudo diferente
Se eu fosse o governo da nação

Se eu fosse o governo da nação
Eu não ia imitar PC farias
Nem João Alves que ganha as loterias
Nem Sarney que é lá do Maranhão
O meu mestre era Deus de Abraão
E Jesus me ensinando a verdade
O Brasil nunca mais tinha maldade
Se eu fosse o governo da nação

Se eu fosse o governo da nação
Acabava a droga e a bebida
E a arma do mal que tira a vida
De outro ser que também é nosso irmão
Acabava esta gangue de ladrão
E da guerra faria despedida
Eu fazia tudo isso na vida
Se eu fosse o governo da nação

Se eu fosse o governo da nação
Acabava também a violência
Aos pobres daria assistência
Como casa carinho apoio e pão
O Brasil tinha paz e união
Cada um trabalhava e era forte
Só não ia existir pena de morte
Se eu fosse o governo da nação






Se eu fosse o governo da nação
Esta pena de morte eu não queria
Jesus cristo foi vitima dela um dia
E sofreu a maior humilhação
É a lei de quem não tem coração
Quem aceita é quem quer cristo na cruz
Eu não ia ser contra ao meu Jesus
Se eu fosse o governo da nação

Se eu fosse o governo da nação
Um salário melhor eu pagaria
Para o homem que luta todo dia
Pra cumprir com a sua obrigação
O vaqueiro ia ser como um barão
Cantador de viola o presidente
E o pobre era visto como gente
Se eu fosse o governo da nação

Se eu fosse o governo da nação
Assistência medica e hospitalar
No Brasil nuca mais ia faltar
Nem eu morto trancado no caixão
Um projeto de paz pra cada irmão
Eu faria e deixava antes da morte
Para todos saberem que eu fui forte
Quando fui o governo da nação

Se eu fosse o governo da nação
No sertão enrugava em todo aprisco
Ia água do rio são Francisco
No Nordeste pra toda região
Ceará Paraíba e Maranhão
Alagoas Sergipe e Pernambuco
E rio grande eu não era maluco
Se eu fosse o governo da nação

Desculpe-me políticos Brasileiros
Eu sei pouco não sou analfabeto
Eu conheço o errado e o correto
Ninguém pode tirar minha visão
Eu nem Sou de brigar por eleição
Deus me fez só poeta e violeiro
Mas garanto que era verdadeiro
Se eu fosse o governo da nação

O sábio e tolo

O sábio e tolo autor poeta
Raimundo Nonato da silva

O aluno na escola
Aprende sua lição
Ler decora português
Estória e religião
Matemática e geografia
Cumprindo a sua missão

Neutralizar é ficar
Nem contra nem a favor
Calar e não declarar
Quem tem ou não tem valor
Não atinge nem defende
Mesmo sendo sabedor

Antes de ir quem não foi
Quer ir vá, mas se arrepende.
Mas se for e não ficar
Com certeza logo entende
Depois de apanhar muito
Na vida tudo se aprende

Hoje eu quero utilizar
Empregar meu pensamento
Tirar proveito daquilo
Que me traz conhecimento
E desfrutar do saber
Sem perder nem um momento

Meditar é contemplar
Concentrar e refletir
Considerar o assunto
E se errar corrigir
Pensar antes de dizer
Ter bom senso Para agir

Medito profundamente
Porque sou meditabundo
Penso nas coisas do céu
Sem perder nem um segundo
Depois vejo a diferença
Que tem do céu para o mundo









O néscio é inguinorante
Só ele mesmo é capaz
De se abraçar com a guerra
E se afastar da paz
E não é por ser matuto
Que ele é tôo de mais

Nasci pra ser tarimbado
Sou um pouco experiente
Antes de ver eu conheço
Qualquer um tipo de gente
Só na conversa eu descubro
Quem fala a verdade ou mente

Mandada por satanás
Nosso maior inimigo
Eu vi a AIDS chegando
Botando o mundo em perigo
Mas os tolos não percebem
Que a doença é um castigo

Profecia é predição
Mas eu não vou predizer
Só digo que sei sabendo
E não que sei sem saber
Só não vou é fazer nada
Que me possa perverter

Graças a Deus tenho crânio
Cérebro e cabeça boa
Calo-me se eu não souber
Não vou falar nada a toa
Este dom que Deus me deu
Não tem em toda pessoa

Se discernir é saber
Eu tenho conhecimento
Dos fenômenos que se passam
Na vida a cada momento
Eu gravei tudo na câmera
Do filme do pensamento






Eu sim sou racional
Só vou agir com razão
Sem manchar a consciência
Sem ofender meu irmão
Quem pensa para fazer
Nunca perde uma questão

Eu sou ativo e zeloso
Trabalho com diligência
Investigo muito rápido
Também tomo providencia
E executo o trabalho
Com maior inteligência

Senso e sensatez só têm
Quem é prudente e sensato
Refletido e muito lúcido
E medita sobre o fato
Nunca faz um plano ruim
Nem joga os sonhos no mato

Intelectualidade
É a mesma inteligência
Só tem quem é mesmo gênio
Dotado de sapiência
Quem diz que tem sem saber
É sego de consciência

Conheço todas as espécies
Muitos gêneros eu aprendi
Se eu esqueci alguns
Mas outros eu não esqueci
Porem só o meu Deus sabe
O tanto que eu sofri

Busco o racionalismo
Gosto de especular
Baseio-me na razão
Por isso vou meditar
Só não vou decidir nada
Antes de observar

O mundo que desejamos

O mundo que desejamos
Poeta Raimundo Nonato da Silva

O mundo que desejamos
É um mundo diferente
Com comida e com saúde
Sem faminto e sem doente
Cheio de paz e amor
No meio da nossa gente

Um milênio sorridente
Vai chegar já fez partida
Jesus irar governar
Esta terra prometida
Sem arma droga e assalto
Todos preservando a vida

O mundo vai dar partida
Sem precisar de empurrão
Jesus é senhor e rei
Da esperada nação
Vai semear o amor
Para cada coração

Um mundo de união
Onde o triste se consola
Com respeito pros idosos
Com mais crianças na escola
Todos de barrigas cheias
Sem ninguém pedindo esmola

No mundo que tem bitola
Jesus será, mas que um gênio.
Vai purificar a terra
A água e o oxigênio
Mas só os filhos de Deus
Reinarão neste milênio

No milênio de Jesus
Reina esperança e amor
Se um homem tiver sem anos
Ainda não é senhor
E se um jovem de cem anos
Morrer é um pecador









Pra você que não sabia
Neste milênio que vem
O boi pasta com o leão
E ninguém mata ninguém
E Jesus governará
Pra século sem fim amem

Na nova Jerusalém
Que por nós é esperada
Quem não tem casa e comida
Vai ter comida e morada
Deus supre as necessidades
Não vai deixar faltar nada

Um milênio que agrada
Breve vai aparecer
A criança pegará
Numa cobra pode crer
Bota a mão na boca dela
Sem a cobra lhe morder

Você que vive a sofrer
Vergonha e humilhação
Tenha calma espere mais
Um pouquinho meu irmão
Que no reinado de Cristo
Você será campeão

No milênio Jesus Cristo
É rei presidente e guia
Você que não acredita
Pode esperar que no dia
Uns chorarão com tristeza
E outros com alegria

Ame e zele o seu irmão
E não negue a caridade
Breve Cristo voltará
Com poder e autoridade
Já esta chegando o dia
E a hora da verdade






Não vá condenar ninguém
Para não ser condenado
Porque aquele que julga
No dia será julgado
Dia que vamos saber
Quem está certo ou errado

Eu tenho convicção
Que Jesus já esta vindo
O dia pra uns é feio
Mas pra outros vai ser lindo
Dia que vamos saber
Quem está certo ou mentindo

Jesus sabe todas as coisas
Jesus é onisciente
Você que vive a zombar
E prevaricar do crente
Neste dia vai saber
Quem fala a verdade ou mente

Eu conheço alguém que chama
O crente de beradeiro
Mas esta chegando à hora
Do Deus grande e verdadeiro
Dizer quem esta mentindo
E quem é o verdadeiro

Você que pensa que é certo
Vai ver que estava errado
Por crer no falso profeta
Que tinha lhe enganado
Por Cristo o falso profeta
Há de ser desmascarado

Vai chorar amargurado
Nas trevas longe da luz
Que não rejeitou o mundo
Para carregar a cruz
Vai dizer que foi covarde
Por ter negado Jesus


Quem julgar vai ser julgado
Por isso é que penso bem
Antes reparo meu erro
Pra ver o erro de alguém
Que como eu ele achava
Que estava certo também

Não vou atingir alguém
Que esteja longe ou perto
Na minha culpa eu não culpo
Alguém Dando uma de esperto
Consciente é o errado
Que conhece quem ta certo

Por agir desta maneira
Já paguei um alto preço
Não julgo quem ta no fim
Nem quem esta no começo
Como também sou humano
Às vezes me aborreço

A terra vai ser também
Pra sempre purificada
Toda imundice da terra
Com ela vai ser queimada
E nossa mãe natureza
Também será preservada

Os cento e quarenta e quatro
Mil das tribos de Israel
Doze mil de cada tribo
Desempenhando o papel
Nesse reino milenar
Do Messias Deus fiel

Nesse milênio no mundo
Reina paz e esperança
Amor existe pra todos
Com Jesus na liderança
Vai ser extraordinária
O tamanho da mudança

No mundo de confiança
Sem existir falsidade
O próximo não trai o outro
Porque só fala a verdade
Quem viver nesse milênio
Comprova a realidade


O rio da água da vida
É grande manancial
E suas águas bonitas
É claro como um cristal
Que resplandece enfeitando
O reino celestial

E no meio desta praça
Na margem daquele rio
Esta a árvore da vida
Que merece o elogio
Ela é medicinal
E o seu fruto é sadio

Doze meses doze frutos
São as suas produções
E suas folhas afugentam
As doenças das nações
São os seus frutos gostosos
Para nossas refeições

Ali não haverá noite
Não tem sol e nem tem lua
Jesus o sol da justiça
Para sempre continua
Iluminando a Cidade
E brilhando em toda rua

Ali não tem maldição
Morte pranto nem clamor
Deus enxugará as lagrimas
Tirando do peito a dor
Quem antes chorava triste
Vai sorrir cheio de amor

Lá tem pedras preciosas
Como o jaspe cristalino
O muro é feito de jaspe
Material super fino
É toda feita de ouro
A Cidade do Divino

E tem doze fundamentos
No muro desta Cidade
Com os nomes dos apóstolos
Esta é a realidade
Dos discípulos do cordeiro
Os quais pregaram a verdade

Os cento e quarenta e quatro
Mil das tribos de Israel
Doze mil de cada tribo
Desempenhando o papel
Lá no reino milenar
Do Messias Deus fiel


A Cidade é tão bonita
Ninguém diga que é mentira
Enfeitada de esmeralda
De calcedônia e safira
Tem até sardônica e sárdio
Que quem vê se admira

Lá tem berilo e topázio
Crisopraso e crisólito
Tem ametista e jacinto
Tem tudo que está escrito
O fundamento do muro
É muito mais que bonito

Cidade quadrangular
Do jeito que é a altura
É também seu comprimento
Como também a largura
Não tem Cidade no mundo
Que tenha a sua estrutura

Três portas de cada lado
Aquela Cidade tem
Três mais nove doze portas
Na matemática do bem
Esta Cidade é a santa
E nova Jerusalém

Lá no céu ninguém faz feira
Lá não tem mercearia
Assalto nem carestia
No céu ninguém vê besteira
Fiado nem roubalheira
Lá ninguém fala em fiado
Lá ninguém toma emprestado
E nem empresta também
Ninguém engana ninguém
Ninguém sai envelhacado

No céu ninguém paga conta
De água e de energia
Ninguém faz economia
Deus dar e nada desconta
No céu ninguém se afronta
Porque não existe o mal
No reino celestial
Não tem CAGEPA nem TELPA
Nem correio e nem SAELPA
No céu é muito legal

Não tem dor e nem tristeza
Só tem alegria e paz
Moça menino e rapaz
Louvando ao deus de grandeza
Não tem cadeira nem mesa
Pro povo que faz o mal
Lá não tem plano real
Não tem banco mais tem luz
Porque tem deus e Jesus
Nosso grande general

Lá no céu não tem polícia
Cadeia e delegacia
Deus é luz de noite adia
Lá ninguém vê mal notícia
O céu é uma delícia
O crente não anda ao léu
Lá ninguém paga aluguel
Jesus esta ti chamando
Quem estiver duvidando
Deixe a terra e vá pro céu

Lá se vive de orações
É enfeitado com anjos
Os querubins os Arcanjos
E sarafins campeões
Com milhares de canções
O nosso deus é louvado
O céu é organizado
Pois até comida tem
Lá no céu se vive bem
Comendo o manjar sagrado

Quem nasceu e se criou
De Belém pra Nazaré
Foi o filho de Maria
Enteado do Jose
Jesus andava pregando
De jumento ou de a pé
Não tinha orgulho e nem luxo
E é o dono da fé

Hoje o crente pra pregar
Bota logo uma barreira
Quer gravata e paletó
Luxo e roupa de primeira
Um carro pra enfrentar chuva
Moto pra enfrentar poeira
Tem crente que ta pensando
Que Jesus é brincadeira
Jesus disse ao jovem rico
Se quiser a salvação
Venda tudo quanto tem
E dê aos pobres cidadão
E siga-me que no céu
Ganhará o galardão
Jesus disse que as riquezas
Deste mundo é erosão

Jesus não usou gravata
Muito menos paletó
Não comprou perfume caro
Creme xampu e nem pó
Nem anel e nem posseira
Nem trancelim no pescoço
Disse que o reino dos céus
Só se ganha com esforço

Os que usam roupas ricas
Também tem o mau costume
Querem os primeiros lugares
E serem vistos pelos os homens
Jesus disse que o homem
Que usa uma roupa rica
Quer ser melhor que os outros
E a si mesmo justifica

Tem muita gente fazendo
De Jesus mercadoria
Hoje vendem Jesus barato
E por qualquer mixaria
Pregam Jesus mal pregado
Pensando em boa quantia
O que será dos hipócritas
Quando Jesus vir um dia

Jesus deu de graça o dom
De curar e de orar
Hoje o homem esta vendendo
O que Deus pode lhe dar
Bota Jesus em leilão
Para o outro rematar
O que será dos abutres
Quando meu Jesus voltar






João Batista era um profeta
Que pregava no deserto
Trajava roupa de couro
E pregava muito certo
Mel silvestre e gafanhotos
Comia por ser esperto
Não usava roupas caras
E era um homem liberto

Hoje ainda existe crente
Do jeito de caifás
Como Herodes e pilatos
Que preferem Barrabás
Botam Jesus em leilão
E perguntam quem dar mais
Pregam Jesus por dinheiro
Não é por amor e paz

Vamos deixar a ganância
O luxo e a ambição
Deus não é mercadoria
Jesus não é de leilão
Deus é o dono ouro
Da prata e tudo ele tem
Jesus cristo não precisa
De dinheiro de ninguem

Levítico, capítulo 18, versículo 22.
Levitico, capítulo 20, versículo 13.
Mateus, capítulo 24.
Mateus, capítulo 25.
Lucas, capítulo 22, versículo 28 ao 30
João, capítulo 14, versículo 3
1 Coríntios, capítulo 6, versículo 9 e 10
1 Coríntios, capítulo 15, versículo 50 ao 54
Romanos, capítulo 1, versículo 21ao 27.
Romanos, capítulo 14, versículo 10 ao 12.
1 Tessalonicenses, capítulo 1 versículo 10.
1 tessalonicenses, capítulo 4, versículo 16 e 17.
Apocalipse, 20, versículo 11ao 15.
Apocalipse, 21, versículo 8.
Apocalipse, 22, versículo 15.

Advertência e verdade que dói

Advertência e verdade que dói
Autor Raimundo Nonato da silva

Quem faz o mal sem pensar
Deveria ter noção
Porem quem bebe veneno
E se mata sem razão
Perde a alma porque fez
A própria destruição

Quem tira o próprio viver
Depois que cai na diz calma
A terra não quer o corpo
O céu não recebe a alma
Porque quando alguém se mata
O diabo é quem bate palma

Toda mulher que aborta
Não merece um bom conforto
Expulsa o seu prematuro
Concebe o filho já morto
Ainda que nasça vivo
Joga na rua ou no porto

Na superioridade
Muita gente se confia
Cuidado pra não perder
A sua supremacia
Porque o Deus que lhe deu
Poderá tomar um dia

A árvore florífera morre
As flores sofrem a ofensa
Se alguém lhe ensina o mal
Saia dele e não der crença
Faça o que Deus acha certo
E não o que o outro pensa

Nesta vida passageira
Vai-se o bom e o ruim
Morre o velho e o novo
É certo o não e o sim
Porque o que tem começo
Um dia terá seu fim









Em todo canto o sinistro
E a tragédia acontece
E quando o momento é trágico
A vitima sempre padece
O povo ver o exemplo
Mas no erro permanece

O radar do tempo tem
Técnica e equipamento
Mede a carreira da vida
Passada e comportamento
Até a velocidade
Que Deus colocou no vento

Não sou de gesticular
E nunca gostei de gesto
Quem faz isto é muito ruim
Este costume eu detesto
Gesticulação é feia
E quem faz não é modesto

O diabo também tem uma
Legião ao seu dispor
O seu exercito é maldoso
Voraz e destruidor
Onde ele se apresenta
Há medo pânico e terror

Quem não faz nada é quem vence
Mas quem trabalha padece
Faz-me lembrar do adágio
Que o mundo todo conhece
É como diz o ditado
Quem mas faz menos merece

Desafeição desamor
É mesmo que desafeto
Desadorar detestar
Acho que não é correto
Abominar é terrível
Mas somente Deus é reto






É grande a vacuidade
Que a imensidão tem
Todo espaço é avocou
Como a alma de alguém
Que não conhecem Jesus
Por ser vazia também

Há um grupo de pessoas
Que não conhecem Jesus
Não quer claro só quer treva
Quer escuro e não quer luz
E pensam que Cristo ainda
Está morto lá na cruz

Este pequeno livrinho
Vai lhe servir de lição
Fala do bem e do mal
De desonra e união
E serve ate de espelho
Numas coisas e noutras não

Nós sabemos que o joio
Simboliza o inimigo
Esta erva venenosa
Cresse sufocando o trigo
Quem não cuidar bem da messe
Pode enfrentar o perigo

Eu já tenho por certeza
A morte que me ataca
Não posso brigar com ela
Nem no tiro nem na faca
E se for brigar no murro
Ela me desce a macaca

Através do verso eu dou
Um conselho a juventude
Não zombe do pobre velho
Doente sem ter saúde
Você fazendo por ele
Deus lhe dar paz e virtude

É preciso de renuncia
Pra se fazer convenção
Ser negado do diabo
Saber amar seu irmão
Não é ser religioso
Nem crer em religião


Temos que tencionar
E planejar com cautela
Ter tendência pro trabalho
Se a vocação for bela
A vida real não é
Como ávida da novela

Não quero intermediário
No meu assunto de amor
Não gosto de alcoviteiro
E falo assim sem temor
Quem é da alcovitice
Não passa de traidor

Não vou alcunhar alguém
Nem tão pouco apelidar
A alcunha não faz bem
Quem procura quer brigar
Por causa de apelido
Já vi alguém se matar

Quem ver o perigo perto
Fala e com a mão acena
Antes de acontecer
No mundo uma triste sena
Mas quem errar se corrija
Porque se não Deus condena

Por orgulho ou egoísmo
Temos que fazer contato
Pra entre o mal e o bem
Não existir mais contato
Pro crime sair do mundo
Levando o assassinato

Não acredito em mãe dagua
Emanjar nem seu encanto
Candomblé nem bruxaria
Nem mãe e nem pai de santo
Mas sei que falso profeta
Hoje existe em todo canto

Agente ainda se encontra
Em qualquer encruzilhada
Qualquer hora ou qualquer dia
De noite ou de madrugada
Assim você saberá
Que nós não somos de nada


Padre e freira não se casam
Padecem na solidão
Um diz ser casto outra é casta
Pregam contra a relação
Por isso o mundo de hoje
Tem tanta esculhambação

Um futuro sem futuro
É o seu futuro agora
Seu coração não se alegra
Sua alma triste chora
Porque a droga maldita
Aos poucos lhe devora

Poligênia também
Não é pros homens fieis
Quem possui muitas mulheres
Esta manchando os papéis
Onde existe um prostíbulo
Eu não boto nem meus pés

Você pode estar eufórico
Repleto de alegria
Seu bem estar lhe anima
Seu clima é de euforia
Mas saiba que os prazeres
Da carne se acabam um dia

Deixe essas caramiolas
Que fantasia é mentira
É uma coisa do mal
Que o bem não admira
Doido é o homem sincero
Que no erro se atira

Saia desta iracundia
Não seja tão iracundo
Iracivel iroso irado
Propenso maldoso imundo
Saiba que ódio é do diabo
E nele eu não me aprofundo

É elícito que aconteça
O que não é permitido
É lógico que pela lei
O escândalo é proibido
Quem descer que o erro é certo
Não foi nem é convertido


Não gosto de lisonjeiro
E nem de prometedor
Quem lisonjeia de mais
É xeleléu sofredor
É corta jaca e babão
Duas classes sem valor

Tem gente que leva o tempo
Da vida a lisonjear
As lisonjas vão e vem
Sempre pensa em agradar
Baba e recebe louvor
E não deixa de babar

O homem veio na terra
Pra comprir uma missão
Um faz mal outro faz bem
E faz a execução
Só não pode é morrer antes
De aprender a lição

Quem sente saudade escreve
Para vencer a distancia
Quem tem tristeza tem dor
Quem é carente tem ancia
Quem quer usar bom perfume
Escolhe boa fragrância

Para parar um cavalo
Tem que puxar pelo o freio
Carro decendo ladeira
Só presta se tiver freio
Ou pode se acabar tudo
Mesmo encontrando bloqueio

Hipnótico é substancia
Que faz um alguém dormir
Cuidado com o sonífero
Se alguém quiser te iludir
Mesmo você sendo esperto
No sono pode cair

Aproximo-me do bem
Afasto-me do ruim
Desvio-me da tristeza
Digo não porque assim
Eu me afasto de quem
Só queria ver meu fim


No mundo de incerteza
O que era já passou
Tem gente que se orgulha
Diz eu sou é porque sou
Enquanto Deus diz assim
Foi perdido o que pensou

Tem tolo que diz assim
Eu viro eu faço e acontece
Faz tudo quanto é ruim
E no erro permanece
Lembra de fazer o mal
E do bem ele se esquece

A palavra de Deus é
Quente e entra como bala
É espada de dois Gomes
Que corta o fôlego e a fala
Quem não sabe o que dizer
Entope a boca e se cala

Lá na casa que Deus mora
Só entra quem tem respeito
Quem deixa a estrada larga
E segue o caminho estreito
O seu é um lugar santo
Ninguém vai de todo jeito

Se eu fosse autoridade
Eu faria esse decreto
Contra a mãe que faz aborto
E no ventre mata o feto
E depois lhe joga fora
Como qualquer objeto

Desigualdade social

Desigualdade social
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva


Porem da realidade
Tem muita gente distante
Alguém que se acha rico
Por ter um cargo importante
Julga-se superior
E pisa seu semelhante

Conheço gente arrogante
Que por ser superior
Quer humilhar e cuspir
Quem tem nível inferior
Gente assim não é amada
E nem conhece o amor

O pobre é inferior
Ao homem da burguesia
Tem alguém que olha o pobre
Com gesto de zombaria
Mas a sua carne podre
A terra mastiga um dia

Tem fazendeiro que cria
Carneiro porco e bezerro
Tem casa carro e dinheiro
E diz que não cai no erro
Mas mata o pobre escondido
E depois faz o enterro

Tem alguém que aponta o erro
De alguém que está errado
Mas se um dia ficar
No lugar do condenado
Irá saber com certeza
Como é ruim ser julgado

Quem julgar vai ser julgado
Seja rico, ou seja, pobre.
No tribunal de Jesus
Testemunha não encobre
Tudo que ta em sigilo
Miguel arcanjo descobre









Tem rico que ver o pobre
Lá na rua a mendigar
Quando o pobre se aproxima
Ele manda se afastar
Nem pega na mão do pobre
Por que não quer se sujar

Eu conheço marajá
Cafajeste e maluvido
Cretino hipócrita e falso
Muito mais do que fingido
Que quer da uma de bom
E é o pior bandido

Tem homem rico exibido
Com preconceito e lambança
Que jura e massacra o pobre
Sem dar sinal de esperança
Por qualquer coisinha besta
Forja logo uma vingança

Alguém com desconfiança
Mau pensamento maquina
Junto com um outro algoz
Mais de um crime combina
Porque a traz de crescer
Mente rouba e assassina

Tem alguém que se inclina
Só para fazer maldade
Inventa o que não ouviu
Com mentira e falsidade
Tem muita gente esquecendo
Do amor e da verdade

Não a mais autoridade
A injustiça é veneno
O grande fica maior
O pequeno, mas pequeno.
Com isso a impunidade
Vai ganhando mais terreno




O grande atinge o pequeno
Chama o pobre de imundo
De pobretão maltrapilho
De mendigo e vagabundo
Quer ser tudo e nada é
E vai pro buraco fundo

Conheço mulher de rico
Muito elegante e charmosa
Abre a boca e diz que é
Católica e religiosa
Tem nojo e raiva de pobre
A diz que é caridosa

O pobre sofre de mais
Com a discriminação
Chega-se perto do rico
Para apertar sua mão
Já fica o rico pensando
Que o coitado é ladrão

Vitima da acepção
Da classe da burguesia
Fica calado e não fala
Tudo que dizer queria
Mas se faltar paciência
Vai falar mais alto um dia

Bota-se uma mercearia
Um barraco ou um mercado
A vizinhança aproxima-se
Querendo comprar fiado
Com quinze dias pra frente
Fica falido e lascado

Do jeito que o rico gosta
O pobre gosta também
Rico gosta fazenda
De mansão e armazém
O pobre quer tudo isso
E sofre porque não tem

O rico gosta também
De carro e avião
O pobrezinho só anda
De bicicleta ou gangão
Carros e moto são caros
E lhe falta condição


Rico gosta de eleição
E vota com o escorreito
Se o pobre for candidato
É vitima do preconceito
Nem a pobreza lhe apóia
E ele não sai eleito

Um governante anarquista
Só gosta da anarquia
Começou anarquizar
Em vês de ordem é folia
Moral que é bom não tem
Nem de noite nem de dia


É bom nosso país ter
Cuidado com anarquismo
O município ou estado
Busque mais o realismo
Se não o país da gente
Vai entrar no grande abismo

O país que agente mora
É subdesenvolvido
Desenvolvimento baixo
Do normal eu tenho lido
Por isso está impedido
De ficar enriquecido

O pobre não é aceito
Não ganha nem o do caldo
Até na conta do banco
Ele não acha respaldo
Porque o dinheiro é pouco
Muito menor é o saldo

Não tem direito a um caldo
De batata ou macaxeira
Se for homem não é medico
Mulher só é enfermeira
Morre e não encontra espaço
Na política brasileira

Não hasteia uma bandeira
Estuda sem se formar
E no dia que inventa
De fazer vestibular
Se passar quem não passou
Quer tomar o seu lugar

O rico bebe no bar
Ele bebe na bodega
Cospe no pé do balcão
Puxa faca pro colega
Alguém liga pra policia
Chega o camburão e pega

Se for andar escorrega
Por ter o destino ingrato
Os políticos lhe prometem
Mas não comprem com o trato
Tem direito de votar
Mas não de ser candidato

Lavar roupa e cozinhar
Isto a mulher pobre faz
Porque emprego granfino
É só para marajás
Os políticos do Brasil
São mais do que desiguais

Depois que fica quebrado
Vendo a família sofrer
Os seus filhinhos com fome
E sem nada pra comer
Têm muitos que com desgosto
Perdem o gosto de viver

Se o pobre adoecer
E for para o hospital
A enfermeira lhe grita
O doutor lhe trata mal
Até a servente chega
Querendo mete lhe o pau

O pobre passando mal
No hospital grande prédio
Alem de outras doenças
Começa aumentar o tédio
Só porque a injeção
Não é o melhor remédio

Se ele for por intermédio
De alguém há uma campanha
O povo lhe desconhece
Todo mundo lhe estranha
Inda vindo pra ganhar
Perde tudo e nada ganha


Rico gosta de lasanha
De pizza de qualidade
Biscoito podinho e bolo
Para falar a verdade
O pobre quer tudo isso
Mas só fica na vontade

A dura realidade
Possui o maior desnível
É impossível fazer
Aquilo que é possível
Aceitamos sem querer
Mas não é admissível


Nada é incorrigível
Mas ninguém quer Dar o visto
Pra suportar essas coisas
Peço força a Jesus Cristo
Pois sem a força de Deus
Eu confesso que desisto

Parece que o imprevisto
Vive perseguindo o pobre
Se ele esconde no canto
Chega alguém e lhe descobre
Não tem a felicidade
De quem nasceu pra ser nobre

Eu conheço um homem pobre
Que tem mulher prostituta
Tem um filho travesti
E uma filha que é puta
No lamaçal da favela
Fala e ninguém lhe escuta

Se a mulher do rico é puta
Alguém chama meretriz
Se o rico leva um chifre
É traído em meu país
Até pra ser corno ou quenga
Se for rico é mais feliz

O rico tem o que quis
Pobre não tem o que quer
Rico é marido e esposo
Pobre é macho e fêmia qualquer
Outros chamam amancebados
Conforme o povo quiser

Todo pobre é um qualquer
O rico tem elogio
Um dormindo no calor
Outro dormindo no frio
O grande ataca o pequeno
Que morre no desafio

Nosso Brasil ta sofrendo
Queda de capitalismo
O sistema social
Esta entrando no abismo
Mais parado do que velho
Que esta com reumatismo

A política e justiça Brasileira E a desigualdade social

A política e justiça Brasileira
E a desigualdade social
Autor poeta
Raimundo nonato da silva

Na política brasileira
Conheço político é ingrato
Quando o rato se prepara
Para enganar o gato
Entram o lobo e a raposa
Que roubam mais do que rato

O legislativo é falho
Igual a fogo de palha
Executivo faz pouco
E o pouco que faz falha
E o nosso judiciário
Dorme mais do que trabalha

Legislativo não presta
O executivo é ruim
O poder judiciário
Não deixa de ser assim
E por dizer a verdade
Alguém não gosta de mim

Só legisla em causa própria
O poder legislativo
Executa muito pouco
O chamado executivo
O judiciário a coita
Os dois por algum motivo

Legislativo só aumenta
Seu nível salarial
Só faz lei em causa própria
O poder cara de pau
E o trabalhador da roça
Ganha pouco e come mal

Todo candidato ruim
Falo mal dele e não corro
Tem o candidato homem
E candidato cachorro
Em defesa da pobreza
Primeiro Deus depois Zorro









Dos políticos brasileiros
Só dez por cento me atrai
Porem noventa por cento
Não gosta do povo e trai
Na conversa de corrupto
Doido é o homem que cai

Entra um ruim outro ruim sai
É assim de noite a dia
Respeito mas não concordo
Com nossa democracia
Que ninguém coloca em pratica
Fica só na teoria

No poder judiciário
Honesto só dez por cento
Em toda regra hoje tem brecha
Eu tenho conhecimento
Da justiça brasileira
Ruim só noventa por cento

Já pensou se no Brasil
Tivesse pena de morte
Só morria o pobre fraco
Só vivia o rico forte
Onde o pobre é infeliz
Só o político tem sorte

Sei que com a felicidade
Todo Brasileiro sonha
Nosso povo não é besta
O político diz ai tônha
Invés de trazer orgulho
O político faz vergonha

Caros amigos leitores
Agora estou convencido
Que dos nossos três poderes
Só dez por cento é colhido
O político só tem ganhado
O pobre só tem perdido





A superioridade
Vai derribar muita gente
Cai o cabo pra soldado
Cai o major pra tenente
Vai findar um engraxate
Sendo o nosso presidente

Na política Brasileira
Cada um se determina
O grande passa por cima
Do pequeno e extermina
E se o pobre ganhar do rico
Vem a lei e examina

Hoje oferecem propina
Pois até na vereança
Um vereador se esquiva
Enquanto o outro se avança
E o prefeito quer todos
Pra formar uma aliança

Ninguém encontra mudança
Lá dentro da prefeitura
Ninguém pensa em construir
E marcham pra desventura
E o funcionário público
Já está indo a loucura

O prefeito faz loucura
Não paga aos funcionários
Prefeitura inadimplente
Com deptos. Retardatários
E não poder fazer obras
Sem recursos necessários

Quem sofre é o operário
Fazendo vez de idiota
Prefeito pega o dinheiro
E já sabe aonde bota
Metade é do advogado
E outra é do agiota

Toda rua tem uma grota
Falta asfalto e calçamento
Educação e saúde
Pão pra quem quer alimento
E o prefeito no rádio
Mentindo a todo o momento


Pobre com fume sedento
E sem casa pra morar
O prefeito não ajuda
O governador não dar
O presidente nem liga
Pra quem vive a mendigar

Senador sem trabalhar
Ganha trinta mil reais
Este é seu mínimo salário
Que com roubo aumentam mais
No senado Brasileiro
Ta assim de marajás

Na deputãncia tem mais
Muito ganha um deputado
E é como um paraplégico
Que permanece parado
E o ministério publica
Pouco tem fiscalizado

O governo do estado
A ninguém quer da à mão
Falta fazer mais estradas
Breve vem transposição
O nordeste vai ter água
Para nossa irrigação

Nosso presidente Lula
Olhou pro nosso nordeste
Já sabe o que o pobre come
Vê a roupa que ele veste
Lula provou que é macho
E passou no nosso teste

Não tem político que preste
Mesmo sendo interventor
Não faz o que o outro fez
E tem o mesmo valor
Que possui o presidente
Prefeito e governador

Deputado vereador
E o senador também
Comem o dinheiro público
Nada fazem por ninguém
São três classes de políticos
Pior que o Brasil tem


Sei que falar não com vêm
Vão dizer que é asneira
Que um secretario dá golpe
Ministro faz roubalheira
Tem seboseira de mais
Na política Brasileira

Desonram a nossa bandeira
Denegrido a pátria amada
Servindo pro estrangeiro
Zombar e fazer piada
Dizendo que os políticos
Do Brasil não valem nada

Não passa de palhaçada
Diz a imprensa e revela
O rico tem pistolão
O pobre não tem tutela
E o candidato mais pobre
Faz comitê na favela

Enquanto a coragem gela
A negligência se esquenta
O governante massacra
Ninguém chega e representa
A guerra pelo o poder
Ta mais do que violenta

A classe baixa lamenta
A classe media acha ruim
A classe alta comenta
Que está errado assim
Entre plebeus e burgueses
Concorrência não tem fim

Quem diz tintim por tintim
Está perdendo a moral
Não dão sequer nem a mínima
Pra esta lei atual
Que muitos chamam de lei
De responsabilidade fiscal

Esse globo nacional
Nunca saiu de recesso
Sá tem dinheiro de sobra
Pros gabirus do congresso
Porque vivem de barganha
Interditando o progresso


Hoje só quem faz sucesso
É o PMDB
O PDT e o PL
PT e PSB
Fora da sigla política
Ninguém conhece você

Uns da justiça se vendem
Como um animal barato
Onde o certo sai perdendo
Quem julga errado é ingrato
Dez por cento da justiça
Não vale o pum de um gato

Eu digo só dez por cento
Da justiça Brasileira
Não digo toda justiça
A metade é verdadeira
Porém a outra metade
Não passa de brincadeira

Hoje dez por cento se vende
Como objeto em leilão
Quem der mais é quem remata
Para encerrar a questão
Duvido o Brasil um dia
Sair da corrupção

Hoje alguém compra a justiça
Como quem compra animal
Quem tem grana sai ganhando
Quem é pobre se sai mal
Na metade da justiça
Ninguém encontra moral

Alguém faz lei todo dia
Porque é legislador
Mas alei só favorece
Deputado e senador
O rico é sempre mais rico
E o pobre é sofredor

Observo o cada dia
Quem não é sego esta vendo
Que o errado esta ganhando
E o certo esta perdendo
E à custa de propinas
A justiça esta vivendo


Quando tem uma questão
Que o político é julgado
Algum interventor fala
Com o corpo de jurado
Compra logo meia dúzia
Como quem se compra gado

Mesmo sem querer querendo
Tem um juiz que se faz
Que não quer, mas estar doido.
Pra aumentar seus reais
Quando alguém lhe diz dou tanto
Ele fala que quer mais

Tem muita gente que mata
E fala que é esperto
Porque livrou o fragrante
Da cidade pro deserto
Teve dinheiro a justiça
Faz o errado ser certo

Do direito Brasileiro
Eu mesmo não estou gostando
A cada dia que passa
A justiça esta falhando
Quando a vitima sai perdendo
O bandido sai ganhando

Sai perdendo quem ta certo
Ganha quem está errado
O advogado combina
Com o corpo de jurado
Se eles não forem justos
O tribunal sai comprado

Esta mas do que errado
Vemos isso todo dia
O dinheiro esta mandando
Em fórum e delegacia
E tem alguém que se vende
Igual a mercadoria

Com esta falsa política
E a justiça pirata
No Brasil do Paraguaio
Hoje só se vê mamata
Só não da fé quem é besta
Mas o espero retrata


De onde um tira a pata
O outro coloca a mão
De paletó e gravata
Parecido um cidadão
E alguém nem desconfia
Que o safado é ladrão

Tem pobre que rouba um pão
E vai pra detrás da grade
E o político que rouba
Uma grade quantidade
É mais amado e bem visto
Hoje na sociedade

No Brasil do Paraguaio
Vê-se falsificação
De dinheiro e documenta
Nome rubrica e jamegão
Faz parte dos gabirus
Que criaram o mensalão

Chamado de autoridade
Sem ter nem uma moral
Compra a consciência aléia
Com sua cara de pau
No Brasil do paraguaio
Dez por cento tem moral

O Brasil é original
Eu digo de noite a dia
Mais políticos e justiças
Perderam toda valia
E se tornaram objetos
Da triste pirataria

O Brasil sem alforria
Liberdade poucos tem
Até nossa independência
Ficou pirata também
Quem deve o que o Brasil deve
É escravo de alguém

Com a política e a justiça
Do Brasil do Paraguaio
Rico rir com alegria
O pobre chora e diz ai
Onde o forte se levanta
O fraco tuplica e cai


No Brasil do Paraguaio
Padece grande e pequeno
Com a poluição das águas
Os frutos fedem a veneno
E as queimadas deixando
A vastidão no terreno

No Brasil do Paraguaio
Tudo é cinqüenta por cento
A água cheira a remédio
Em tudo há um tratamento
E a comida enlatada
Traz-me aborrecimento

No Brasil do Paraguaio
Pouca coisa me conforta
O produto Nacional
Com ele ninguém se importa
Mas o Brasil é assim
Importa mais pouco exporta

No lugar da arvore a soja
O poderio é imundo
Tão matando a Amazônia
Chamada pulmão do mundo
E nossa mãe natureza
Morrendo a cada segundo

Talvez algum promotor
Desembargador e juiz
Tenha raiva do que digo
E me chame de infeliz
Mas eu só estou dizendo
O que todo mundo diz

A justiça é muita esperta
Eu irei ser popular
Fazem o erro as escondidas
Pra ninguém desconfiar
Contra a justiça quem tem
Razão não pode provar

A justiça além de lenta
Pouca tem dado atenção
Não olha a causa do pobre
Não quer saber da razão
Coitado do pobrezinho
Que se meter em questão


Se o pobre entra na peleja
Seja com rico qualquer
A justiça lhe humilha
Faz com ele o que quiser
E o pobre morre caduco
Sem conseguir o que quer

Ninguém dá apoio ao pobre
Falta-lhe uma mão amiga
Mesmo estando com razão
A falsa lei lhe obriga
E o rico vai empurrando
O processo com a barriga

Eu não estou denegrindo
A imagem da autoridade
Eu não atingi aquele
Que possui honestidade
E por favor, não deteste.
Quem só falou a verdade

Pra mostrar realidade
Alguém hoje tem que ter sorte
Para o fraco se sair
Das mãos de quem diz ser forte
Porque quem fala a verdade
Sofre ameaças de morte

Hoje a verdade é um corte
No peito de muita gente
Quando ela chega átona
Deixa o errado doente
De amor e de verdade
O mundo todo é carente

A verdade desmascara
Alguém que vive mentindo
Quando a mentira se encontra
Com a verdade vindo ou indo
Se ela não se esconder
De mancinho vai fugindo

Em lábia de candidato
Eu garanto que não caio
Arapuca não me pega
De armadilha eu me saio
Conheço todas as manhas
Do Brasil do paraguaio


País sem lei
Autor poeta
Raimundo Nonato da silva

Eu nasci e moro no país sem lei
País que a justiça virou injustiça
Embora forçado por quem eu não sei
Obrigado chamar injustiça justiça
País que a verdade dói em muita gente
Vejo hipocrisia e a impunidade
País que o errado pensa que ta certo
E o crime vence a autoridade

País que o homem trabalhador
É vitima do roubo da morte e do assalto
Onde alei é muda e a justiça é sega
Só quem tem dinheiro manda e fala auto
País que o pobre entra em questão
Com sujeito rico e só sai perdendo
Onde a segurança ficou em segura
Este é o país que estou vivendo

País que os políticos ganham seus milhões
Pro funcionário publico falta o necessário
Onde o pagamento do pobre se atrasa
E o político faz greve por melhor salário
País que o jornal serve de coberta
Quem não tem casa e cama dorme na calçada
País que o político diz vai tudo bem
Só que de bem mesmo eu não vejo nada



































Político altruísta ninguém ver nem um
Mas o egocêntrico é o que se ver
Para alguns medíocres da sociedade
O cidadão pobre não pra viver
Um dos três poderes já perdeu a força
O judiciário se tornou cativo
Porque no joguinho do só dar nós
Ganha o executivo e o legislativo

Eu sou do Brasil um país sem culpa
Dos maus governantes lhe jogarem no abismo
Com trafico de droga e trafico armas
Quem esta reinando é o banditismo
Crianças drogadas se prostituindo
Jovem prostituta jovem marginal
Este é o quadro de um país sem lei
Que falta justiça governo e moral

Aula de consciência

Aula de consciência
Autor Raimundo nonato da silva

Querer me fazer de besta
Coisa que não admito
Tem gente que engana o feio
Quando chama de bonito
Em tudo que o povo diz
Eu mesmo não acredito

O brilho da minha luz
Já mais ficará opaca
Mesmo sem eu ser um astro
Minha estrela se destaca
Eu dou nó em pingo de água
Não bato em ponta de faca

Chegar ao objetivo
Creio que vou conseguir
Sempre dando a lição certa
Em quem quer me corrigir
Basta eu tirar de tempo
Sem da nem pra conferir

Sei que não sou favorito
E nem o mais verdadeiro
Não digo que sou segundo
Sei que só Deus é primeiro
Apesar deu ser matuto
Não me acho Beradeiro

Não como sopa de gafo
Não bebo em copo sem fundo
Não chamo besta de sábio
Nem quadrado de redondo
É tolice alguém armar
Arapuca pra Raimundo

Quem quer ser o que não é
É cego de consciência
Querer fazer sem saber
É não ter inteligência
Pode ate não ser criança
Mais tem a mesma inocência









Não tomo dinheiro a juro
Também não sou agiota
Compro pago e peço troco
O comprovante è a nota
Mamicaca é quem pensar
Que Raimundo é idiota

Conheço alguém que conversa
Algo que não se aproveita
Na hora que abre a boca
A besteira já sai feita
É só por isso que muitos
Escuta-lhe mais não respeita

A se todo mundo fosse
Realista de verdade
Se todo mundo aceitasse
A pura realidade
Já mais se alimentaria
De plano sonho e vontade

Não quero ser enganado
Nem quero enganar ninguém
E nem escondo a verdade
Temendo ofender alguém
Que prefere uma mentira
Pensando que se sai bem

Tem gente que quer fazer
Tudo que eu faço e fiz
Tem alguém que vai morrer
Sem conseguir o que quiz
Por que não enxerga um palmo
A frente do seu nariz

Conheço um tolo que pensa
Que é muito inteligente
Fala do que não conhece
Por que não é consciente
E louco é quem perde o tempo
Com esse tipo de gente





Um chapeara não pode
Dizer que é um atleta
E um professor não pode
Dizer que é um profeta
Mas tem doido que não rima
Brincando de ser poeta

Quem não gosta da verdade
Prefere ser enganado
Tem alguém que quer ser certo
Sem da fé que ta errado
Quando eu mostrar o erro
Vou ganhar um intrigado

Pare de se enganar
Estude a verdade e cresça
Eu vou falar a verdade
Mesmo que alguém se aborreça
Eu acho que muita gente
Não tem nada na cabeça

Obediência se foi
Moral sofreu um declínio
Quem tinha domínio próprio
Esta perdendo o domínio
Até prego tem cabeça
Mas não tem raciocínio

Hoje ainda existe gente
Que vive vagando ao léu
Sem saber distinguir classe
Entre o inferno e o céu
Por pensar que a cabeça
Só é pra usar chapéu

Não é uma coinscidência
Ver alguém dizendo assim
Que boi gosta de banana
E macaco come capim
Que o ruim é muito bom
E o bom é muito ruim









Tamanho não é braveza
E tipo não é coragem
O sábio escuta calado
O tolo só diz bobagem
Perde-se quando abre a boca
E diz que levou vantagem

Quando o sábio esta falando
Dando uma linda lição
O tolo se intromete
Sem ninguém da atenção
Ele fala o que não sabe
Ainda quer ter razão

Por de nada ter noção
O tolo diz heresias
Diz mal do que não conhece
E nem em si se confia
E nos outros também não
Ninguém lhe da garantia

Leigo indoto analfabeto
Gente de toda maneira
Puxando um assunto vago
Agente escuta besteira
Mas quem tem conhecimento
Só leva na braçadeira

Ouve um tempo que eu pensava
Que tinha sabedoria
Eu enganava a me mesmo
Por que de nada sabia
E aquilo que eu pensava
Não era como eu queria

Você que pensa que é astro
Estrela mito ou herói
Sonho não realizado
Vira dor que muito dói
E um ídolo de carne e osso
O tempo vem e destrói









Gente que não sabe ler
Querer discutir política
Até da religião
O tolo quer fazer critica
E o sábio em cima dele
Forma uma alto critica

O sábio aprende em silêncio
O tolo é quem muito fala
Até pra dizer sou louco
O tolo nunca se cala
O Sábio analisa o certo
Medita e nunca se a bala

A palavra ouvir dizer
Para me esta errada
Quem acha não tem certeza
Por isso eu não acho nada
Eu pensava já deixou
Alguém de cara quebrada

Quem diz o que outro diz
Ou fala a verdade ou mente
O justo condena o erro
Em quanto o tolo consente
Ouvir dizer eu pensava
Já enganou muita gente

Quem quer ser o que não é
Nem de si próprio ele gosta
E por imitar alguém
É uma pessoa oposta
A si mesmo faz pergunta
E não encontra resposta

Quem se passa por alguém
Traja se do mesmo jeito
Esta sendo quem não era
E cheio de preconceito
Com sua própria pessoa
E não merece respeito

Alguém que imita o outro
Até a voz e o andado
Esta levantando alguém
Pra ele ser derribado
Quem se acha inferior
Destrói seu próprio valor
Pra nada é capacitado

Quem não acredita em si
Destrói seu próprio valor
Sempre esta botando alguém
Como seu superior
Quem vive assim é escravo
Morre sendo inferior

Hipócrita quer elogio
E sempre alega o que faz
Detesto A bajulador
Gente assim não tem cartaz
Quem baba e quem quer babada
São filhos do satanás

A soma o que você é
Não queira imitar alguém
Por que como o pobre morre
O rico morre também
Morre o rico que tem ouro
E o pobre que nada tem

A lei do ter nunca cessa
Quanto mais tem se quer ter
Lutar para ser mais pobre
Já mais alguém vai querer
Por que as guerras do mundo
Só é atrás do poder

Na vantagem do quero ser
Cada um quer ser alguém
Até quem não pode ser
Ta querendo ser também
Só que ninguém é de nada
Por que morre e nada tem

O pequeno só tem cem
O médio diz tenho mil
O grande diz tenho tudo
Posso comprar o Brasil
Quem se confia em riqueza
Não passa de imbecil

Não tem quem saiba de nada
Foi o que eu já falei
Porém dos que menos sabem
Eu sou o que menos sei
Onde é que estou errado
Onde foi que acertei


Não vou me desacertar
Eu não sou de desacerto
Mas seu cometer um erro
Eu vou e faço concerto
Porem de um jeito ou de outro
Eu sairei do aperto

Pode ser governador
Príncipe Rei e presidente
Prefeito ou imperador
Não é melhor que agente
Quem escapar da catástrofe
Vai se acabar doente

Conheço um tipo de gente
Que baba o rico e recorre
A bajula e lambe os pés
Enche o saco como porre
E por ta perto dos grandes
Ele pensa que não morre

Sou triste e pareço alegre
Sou fraco e pareço forte
Sou besta e pareço sábio
Sou mole e procuro a sorte
Já sorri pra não chorar
Mas o futuro é a morte

Não sei se sei ninguém sabe
Não tem quem saiba de nada
Penso que sei, mas não sei.
E duvida não me agrada
Com certeza ou incerteza
Fico de cara quebrada

A sim no mundo da lua
Eu vivo de noite a dia
Desenho desanimado
No mundo da fantasia
Estou sendo sem querer
Não era o que eu queria


Nem sou novo nem sou velho
E nem sou jovem de mais
Estou na virilidade
A sim como estão meus pais
As rugas do rosto mostram
Tudo que ficou pra traz

Uma critica construtiva
Constrói bem e o mal destrói
A falsidade é um monstro
De pouco a pouco corrói
A mentira engana o tolo
Por que a verdade dói

Nascer crescer e viver
Morrer depois que se cansa
A criança o jovem o velho
Tem a morte por herança
Vai-se o velho e o jovem
Adolescente e criança

Quem arma as más em vestidas
É muito precipitado
Não reflete é imprudente
Age de um modo errado
E quando não adianta
Ele está sempre atrasado

Eleitor é desonrado
Quando o político é indigno
Quem não respeita o votante
É infame e é maligno
Só Jesus tem humildade
Só Deus é mesmo benigno

Não gosto de lisonjeiro
Detesto a bajulador
Lisonjear servilmente
É para o adulador
Que acha que o mais rico
É o seu superior

Na faculdade da vida
Ninguém chega ao doutorado
Como estudante a mim mesmo
Sempre tenho examinado
Meditando dia e noite
Pra ver onde estou errado


Não acho certo o errado
Dizer que o próximo erra
Entre o mal e o bem
Ouve e sempre haverá guerra
Todo mundo morre e fede
E se torna pó da terra

Nascer crescer e viver
Morrer depois que se cansa
A criança o jovem ou velho
Tem a morte por herança
Vai-se o velho e o jovem
Adolescente e criança

Andar correr e cansar
No trajeto da corrida
Ganhar ou perder a luta
Na caída e na subida
Cantar sorrir e chorar
Tudo faz parte da vida

Deitar dormir e sonhar
E se acordar depois
Tem um que dorme e não sonha
Já outro sonha por dois
O sonho é como uma musica
Que o dormi dor compôs

Comer beber jejuar
Todo mundo faz também
Um come e quebra o jejum
Um quer comer e não tem
Entre a fome e a fartura
Vejo mais de um alguém

Um tem e outro não tem
Um ama outro é dizamado
Se um sorrir outro chora
Um parte e outro é chegado
E o tempo vai correndo
Como um transporte vexado

Um sofre e o outro goza
Um come outra passa fome
Um se farta do que tem
Outro por não ter não come
Um tem nome e tem estrela
E outro não tem nem nome

Um é rico e outro é pobre
Um é bonito outro é feio
Um se afasta do mal
Outro se mete no meio
De pessoas sem juízo
Sei que o mundo esta cheio


O defeito é uma coisa
Que toda pessoa tem
Vê os defeitos dos outros
É um defeito também
Sem defeito só tem um
Jesus Cristo e mais ninguém

Respeito mas não concordo
Com seu pensamento incerto
Você não passa de um bobo
Que pensa que é esperto
O defeito do errado
É pensar que está certo