Águia
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Águia é símbolo de nobreza
Porque tem força e vigor
Campeã indiscutível
Alteza que tem valor
Serve de exemplo para aqueles
Que esperam no senhor
Forte viva e corajosa
É vencedora e robusta
Ela tem força de sobra
Não tem medo nem se assusta
E o valor de uma águia
Só Deus sabe quanto custa
O povo de Deus também
Tem que ser forte e guerreiro
Valente como uma águia
Que triunfa o tempo inteiro
Não tem medo de ninguém
E seu vôo é altaneiro
Ela vence a tempestade
Não retrocede nas procelas
Ninguém intimida a águia
Ela enfrenta as novelas
Pra ameaças nem liga
E nem bate as asas belas
Adversário é perdido
Que ela rompe as barreiras
E vai vencendo os grilhões
Aquebrantando fronteiras
E conquistando as alturas
É a maior das barreiras
Pois a águia faz no céu
Seu caminho com razão
Deus a fez para as alturas
Vive na imensidão
A rainha do espaço
Não se arrasta no chão
A agia voa tão alto
Sua força nuca nega
Diferente de outros pássaros
O caçador não lhe pega
Uma águia morta pra casa
Já mais o homem carrega
O segundo vôo da águia
É mais alto que o primeiro
Mais alto que o segundo
Porém já é o terceiro
Cada vez voa mais alto
Com seu instinto guerreiro
Rápida como um avião
Mais que carro no asfalto
Águia não teme a bandido
O ladrão e nem assalto
E da lição para o crente
Mandando voar mais alto
Acima da tempestade
A águia pode voar
Passa por nuvem e relâmpago
Ouve o trovão ribombar
Agiganta seus esforços
Mas nada vai lhe parar
Corajoso como a águia
Devemos ser no momento
Que a tempestade chegar
Problema ou o sofrimento
Passar por cima de tudo
Sem temer a nenhum vento
Igual a tiro de flecha
A águia voa direto
Aonde vem ou aonde vai
O seu cominho é correto
Sabe tudo e nunca erra
O seu vão é livre e reto
Águia tem asas enormes
Maior que o corpo dela
Fica pairando no ar
O vento movendo ela
A heroína do vôo
Torna-se mais do que bela
Vai pros cumes dos penhascos
Atrás do alto renovo
E serve até de lição
Para dar ao nosso povo
Ela também louva a Deus
Do mesmo jeito que eu louvo
Com o próprio bico ela arranca
As penas velhas que tem
Ela não poupa a si mesma
Sente a dor e o desdém
Mesmo com dor e velhice
Ela busca viver bem
Quando a águia arranca as penas
Fica feia e deformada
Com o tempo nascem outras penas
Deixando ela renovada
Encantadora e bonita
Linda forte e enfeitada
Quando o seu bico esta velho
A águia aprende ao fazer
Esfrega o bico numa pedra
Até o sangue verter
Com o tempo o bico cresse
Nisto a águia tem saber
A águia cuida do filho
Para ninguém o pegar
Constroem seu ninho no alto
Pro homem não alcançar
Os animais predadores
Nele não pode tocar
Quando as garras ficam fracas
Elas pra fortalecerem
Bate as garras sobre a rocha
Para caírem e crescerem
Outras garras bem novinhas
Pra elas se defenderem
Eu sei que a águia é
Uma ave solitária
Nunca voa em rebanho
Ela é extraordinária
E como um sábio medita
Na hora mais necessária
A águia enxerga de lado
Por traz também adiante
Trezentos e sessenta graus
Como uma lente importante
Com raios dos olhos dela
Vê tudo que esta distante
A águia é quem mira o sol
E encara frente a frente
Não cai e nem se encandeia
Nem tem a vista doente
E a mesma visão da águia
Deve ter o homem crente
Ela vê quem ta na frente
Quem ta de baixo ou em cima
Vence o frio e o calor
Consegue fazer estima
Mas por detestar calor
No alto busca o bom clima
Queria ter vista boa
Do jeito que a águia tem
Por mais longe que ela esteja
Vê a vitima quando vem
Sem precisar usar óculos
Enxerga mais do que bem
Águia ama a liberdade
Não gosta de cativeiro
Em gaiola ela não fica
Em zoológico nem viveiro
Que Deus lhe fez pra ser livre
E voar o tempo inteiro
Quando a águia fica velha
Se sente um pouco cansada
Interrompe o seu trabalho
E a sua caminhada
Desiste do compromisso
Fecha agenda e não faz nada
Diferente da galinha
Que namora no poleiro
A águia respeita e ama
E não troca de parceiro
Ela é muito fiel
Não trai o seu companheiro
Temos que ser como a águia
Rigorosa vigilante
Perceber quem ta por traz
De lado e também distante
Triunfar vencendo o diabo
Que isto é mais importante
Faz seu ninho no penhasco
No cume alto também
Como mãe educa os filhos
Ama zela e lhes quer bem
Vigilância como a dela
Bem poucas pessoas têm
Ela desperta os seus filhos
Voando ao redor do ninho
Puixa eles sobre ela
Ensinando um bom caminho
Dá uma lição de mãe
Com muito amor e carinho
Quando é hora dos filhos
Sair de casa ela avisa
Dá independência a eles
Porque cada um precisa
Voar só na imensidão
E assim se realiza
Não mantém os filhos presos
Debaixo das asas dela
Ensina e da liberdade
É mãe professora e bela
É como Deus ensinando
Tudo que a vida revela
Mesmo amando os filhos aplica
Uma ação dolorosa
Pra tirar eles do ninho
Dá espinhos e não as rosas
Bota os filhos no trabalho
Porque não é preguiçosa
Mesmo furados de espinhos
Seu filhote continua
Com preguiça lá no ninho
Nem voa e nem flutua
Por isto é que a mãe aplica
A lição pesada sua
Ensina os filhos voarem
Soltando eles da altura
Quando eles não batem as asas
Deles ela vai à procura
Pega nas asas e sobem
Aos poucos dando estrutura
Três quatro cinco ou dez vazes
Até os filhos a prenderem
Voarem de mundo a fora
E assim sobreviverem
Saindo do comodismo
E algo de bom fazerem
Temos que ser corajosos
Do jeito que a águia é
Procurar coisas do alto
Você que em Deus tem fé
Pra gente chegar ao céu
De Jesus de Nazaré
A águia não da o peixe
Pro filho se alimentar
Quando ele esta grandinho
Ela ensina ele pescar
Que quem pega o prato feito
Depois não quer trabalhar
Renovados como a águia
Seremos a cada dia
Buscando Deus nas alturas
Com poder e alegria
Bem aventurado o homem
Que só no senhor confia
Eu quero ser como águia
E voar com liberdade
Fazer tudo que eu quero
E ter a livre vontade
Que quem não se sente livre
Não acha felicidade
Poeta Raimundo Nonato
quinta-feira, 6 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
O amor
O amor
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
A paixão é o caminho
Para casa do amor
Na entrada do jardim
Caminha o cheiro da flor
E depois que o homem adormece
Todo ele é sonhador
O amor é uma coisa
Que só Deus sabe explicar
Faz branco gostar de negro
E pobre com rico casar
Ninguém tem nada com isso
Coisa bonita é amar
O amor é deste jeito
Tira toda confusão
Faz uma mulher baixinha
Gostar de um homenzarrão
Como é bonito o amor
Ninguém der opinião
Não precisa de beleza
Dinheiro e grande valor
A mulher pode ser linda
Bonita como uma flor
Se o homem não gostar dela
Não quer nem lhe dar amor
Eu admiro o amor
Por isso é que me comovo
Faz velho gostar de nova
Idosa gostar de novo
Se Deus fez o amor livre
Vamos respeitar meu povo
Da mesma forma do homem
Pois é a mulher também
Se ela não gostar dele
Não ver beleza se tem
Que vaidade não faz
Ninguém gostar de ninguém
Amor só se torna feio
Se tiver esta questão
De um macho com outro macho
Sapatão com sapatão
Por que Deus não abençoa
Este tipo de união
Vovô um dia falou
Eu disse vô acredito
Que às vezes a mulher deixa
Um homem branco e bonito
Para se casar com um negro
Que é vê são Benedito
O amor é tão finíssimo
Que tem a mais alta linha
Faz o rapaz fraco e magro
Gosta da mulher gordinha
Se zangue quem achar ruim
A opinião é minha
Amor faz mulher gostar
De careca ou cabeludo
Sobre assunto de amor
Eu aprendo e dou estudo
Não sei de todas as coisas
Mais sei um pouco de tudo
Só o amor é bonito
Deve ser muito aplaudido
Se tiver felicidade
Entre mulher e marido
Mas, se um trair o outro.
O amor ta destruído
Que já tem uma mulher
De outra não precisa não
Quem ama alguém de verdade
Já mais fará traição
Vamos plantar o amor
Para colher união
Coisa bonita que acho
É um casal ajustado
Ela ama muito a ele
Ele por ela é amado
Se um não trair o outro
Nem um morre separado
Se o homem fosse pra ter
Na vida mais de uma paixão
Pois mais de uma mulher
Deus tinha dado a Adão
Mas, deus só lhe deu só uma.
Já é de mais meu irmão
A mulher é uma rosa
Para enfeitar o jardim
Se não fosse Deus e ela
Este mundo era ruim
Se um dia acabar mulher
Peso a Deus que me der fim
A mulher me caricia
E Deus é quem me sustenta
Ela sabe dar carinho
Seu amor me alimenta
Se eu puder beijo ela
Até entortar a venta
Mulher pra me é princesa
Rainha e estrela bela
Esta jóia preciosa
Só quem tem coração zela
Quem tem uma e quer ter outra
Não ta respeitando ela
Acho o mundo amargo e azedo
Mesmo sem chupar limão
A saudade é amargosa
Azeda é a solidão
Uma amarga e outra azeda
O sabor do coração
Quem estar desencontrado
Só pensa em se encontrar
Quem perdeu vai à procura
Quem busca é que quer achar
E só desiste da busca
Quem cansa de procurar
Distancia ausência e saudade
Deixa o meu peito doente
Mas, apalavra saudade.
Nem todo mundo não sente
O desejo de estar perto
De quem estar longe da gente
Ò mundo maldoso e triste
Às vezes foco pensando
Falo de me pra me mesmo
Pergunto e vou respostado
Porque é que um sorri
Quando tem outro chorando
Tem pessoas que sorrir
Porque não sabe chorar
Como têm outros que choram
Porque não sabe cantar
Têm outros que vivem tristes
Sem nem um sorriso dar
Amor
Amor tem fama a granel
Por ser campeão do pódio
Amor é santo e fiel
Amor não conhece ódio
Dói mais que a dor da morte
A dor que tem o amor
A dor do amor é forte
Mais vale a pena esta dor
O amor deseja o bem
Mesmo sem saber aquém
O amor aprende amar
Amor nunca fica a esmo
Ame o próximo e a si mesmo
Que amor se tem é pradar
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
A paixão é o caminho
Para casa do amor
Na entrada do jardim
Caminha o cheiro da flor
E depois que o homem adormece
Todo ele é sonhador
O amor é uma coisa
Que só Deus sabe explicar
Faz branco gostar de negro
E pobre com rico casar
Ninguém tem nada com isso
Coisa bonita é amar
O amor é deste jeito
Tira toda confusão
Faz uma mulher baixinha
Gostar de um homenzarrão
Como é bonito o amor
Ninguém der opinião
Não precisa de beleza
Dinheiro e grande valor
A mulher pode ser linda
Bonita como uma flor
Se o homem não gostar dela
Não quer nem lhe dar amor
Eu admiro o amor
Por isso é que me comovo
Faz velho gostar de nova
Idosa gostar de novo
Se Deus fez o amor livre
Vamos respeitar meu povo
Da mesma forma do homem
Pois é a mulher também
Se ela não gostar dele
Não ver beleza se tem
Que vaidade não faz
Ninguém gostar de ninguém
Amor só se torna feio
Se tiver esta questão
De um macho com outro macho
Sapatão com sapatão
Por que Deus não abençoa
Este tipo de união
Vovô um dia falou
Eu disse vô acredito
Que às vezes a mulher deixa
Um homem branco e bonito
Para se casar com um negro
Que é vê são Benedito
O amor é tão finíssimo
Que tem a mais alta linha
Faz o rapaz fraco e magro
Gosta da mulher gordinha
Se zangue quem achar ruim
A opinião é minha
Amor faz mulher gostar
De careca ou cabeludo
Sobre assunto de amor
Eu aprendo e dou estudo
Não sei de todas as coisas
Mais sei um pouco de tudo
Só o amor é bonito
Deve ser muito aplaudido
Se tiver felicidade
Entre mulher e marido
Mas, se um trair o outro.
O amor ta destruído
Que já tem uma mulher
De outra não precisa não
Quem ama alguém de verdade
Já mais fará traição
Vamos plantar o amor
Para colher união
Coisa bonita que acho
É um casal ajustado
Ela ama muito a ele
Ele por ela é amado
Se um não trair o outro
Nem um morre separado
Se o homem fosse pra ter
Na vida mais de uma paixão
Pois mais de uma mulher
Deus tinha dado a Adão
Mas, deus só lhe deu só uma.
Já é de mais meu irmão
A mulher é uma rosa
Para enfeitar o jardim
Se não fosse Deus e ela
Este mundo era ruim
Se um dia acabar mulher
Peso a Deus que me der fim
A mulher me caricia
E Deus é quem me sustenta
Ela sabe dar carinho
Seu amor me alimenta
Se eu puder beijo ela
Até entortar a venta
Mulher pra me é princesa
Rainha e estrela bela
Esta jóia preciosa
Só quem tem coração zela
Quem tem uma e quer ter outra
Não ta respeitando ela
Acho o mundo amargo e azedo
Mesmo sem chupar limão
A saudade é amargosa
Azeda é a solidão
Uma amarga e outra azeda
O sabor do coração
Quem estar desencontrado
Só pensa em se encontrar
Quem perdeu vai à procura
Quem busca é que quer achar
E só desiste da busca
Quem cansa de procurar
Distancia ausência e saudade
Deixa o meu peito doente
Mas, apalavra saudade.
Nem todo mundo não sente
O desejo de estar perto
De quem estar longe da gente
Ò mundo maldoso e triste
Às vezes foco pensando
Falo de me pra me mesmo
Pergunto e vou respostado
Porque é que um sorri
Quando tem outro chorando
Tem pessoas que sorrir
Porque não sabe chorar
Como têm outros que choram
Porque não sabe cantar
Têm outros que vivem tristes
Sem nem um sorriso dar
Amor
Amor tem fama a granel
Por ser campeão do pódio
Amor é santo e fiel
Amor não conhece ódio
Dói mais que a dor da morte
A dor que tem o amor
A dor do amor é forte
Mais vale a pena esta dor
O amor deseja o bem
Mesmo sem saber aquém
O amor aprende amar
Amor nunca fica a esmo
Ame o próximo e a si mesmo
Que amor se tem é pradar
águia
E não troca de parceiro
Ela é muito fiel
Não trai o seu companheiro
Temos que ser como a águia
Rigorosa vigilante
Perceber quem ta por traz
De lado e também distante
Triunfar vencendo o diabo
Que isto é mais importante
Faz seu ninho no penhasco
No cume alto também
Como mãe educa os filhos
Ama zela e lhes quer bem
Vigilância como a dela
Bem poucas pessoas têm
Ela desperta os seus filhos
Voando ao redor do ninho
Puixa eles sobre ela
Ensinando um bom caminho
Dá uma lição de mãe
Com muito amor e carinho
Quando é hora dos filhos
Sair de casa ela avisa
Dá independência a eles Águia
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Águia é símbolo de nobreza
Porque tem força e vigor
Campeã indiscutível
Alteza que tem valor
Serve de exemplo para aqueles
Que esperam no senhor
Forte viva e corajosa
É vencedora e robusta
Ela tem força de sobra
Não tem medo nem se assusta
E o valor de uma águia
Só Deus sabe quanto custa
O povo de Deus também
Tem que ser forte e guerreiro
Valente como uma águia
Que triunfa o tempo inteiro
Não tem medo de ningué
E seu vôo é altaneiro
Ela vence a tempestade
Não retrocede nas procelas
Ninguém intimida a águia
Ela enfrenta as novelas
Pra ameaças nem liga
E nem bate as asas belas
Adversário é perdido
Que ela rompe as barreiras
E vai vencendo os grilhões
Aquebrantando fronteiras
E conquistando as alturas
É a maior das barreiras
Pois a águia faz no céu
Seu caminho com razão
Deus a fez para as alturas
Vive na imensidão
A rainha do espaço
Não se arrasta no chão
A agia voa tão alto
Sua força nuca nega
Diferente de outros pássaros
O caçador não lhe pega
Uma águia morta pra casa
Já mais o homem carrega
O segundo vôo da águia
É mais alto que o primeiro
Mais alto que o segundo
Porém já é o terceiro
Cada vez voa mais alto
Com seu instinto guerreiro
Rápida como um avião
Mais que carro no asfalto
Águia não teme a bandido
O ladrão e nem assalto
E da lição para o crente
Mandando voar mais alto
Acima da tempestade
A águia pode voar
Passa por nuvem e relâmpago
Ouve o trovão ribombar
Agiganta seus esforços
Mas nada vai lhe parar
Corajoso como a águia
Devemos ser no momento
Que a tempestade chegar
Problema ou o sofrimento
Passar por cima de tudo
Sem temer a nenhum vento
Igual a tiro de flecha
A águia voa direto
Aonde vem ou aonde vai
O seu cominho é correto
Sabe tudo e nunca erra
O seu vão é livre e reto
Águia tem asas enormes
Maior que o corpo dela
Fica pairando no ar
O vento movendo ela
A heroína do vôo
Torna-se mais do que bela
Vai pros cumes dos penhascos
Atrás do alto renovo
E serve até de lição
Para dar ao nosso povo
Ela também louva a Deus
Do mesmo jeito que eu louvo
Com o próprio bico ela arranca
As penas velhas que tem
Ela não poupa a si mesma
Sente a dor e o desdém
Mesmo com dor e velhice
Ela busca viver bem
Quando a águia arranca as penas
Fica feia e deformada
Com o tempo nascem outras penas
Deixando ela renovada
Encantadora e bonita
Linda forte e enfeitada
Quando o seu bico esta velho
A águia aprende ao fazer
Esfrega o bico numa pedra
Até o sangue verter
Com o tempo o bico cresse
Nisto a águia tem saber
A águia cuida do filho
Para ninguém o pegar
Constroem seu ninho no alto
Pro homem não alcançar
Os animais predadores
Nele não pode tocar
Quando as garras ficam fracas
Elas pra fortalecerem
Bate as garras sobre a rocha
Para caírem e crescerem
Outras garras bem novinhas
Pra elas se defenderem
Eu sei que a águia é
Uma ave solitária
Nunca voa em rebanho
Ela é extraordinária
E como um sábio medita
Na hora mais necessária
A águia enxerga de lado
Por traz também adiante
Trezentos e sessenta graus
Como uma lente importante
Com raios dos olhos dela
Vê tudo que esta distante
A águia é quem mira o sol
E encara frente a frente
Não cai e nem se encandeia
Nem tem a vista doente
E a mesma visão da águia
Deve ter o homem crente
Ela vê quem ta na frente
Quem ta de baixo ou em cima
Vence o frio e o calor
Consegue fazer estima
Mas por detestar calor
No alto busca o bom clima
Queria ter vista boa
Do jeito que a águia tem
Por mais longe que ela esteja
Vê a vitima quando vem
Sem precisar usar óculos
Enxerga mais do que bem
Águia ama a liberdade
Não gosta de cativeiro
Em gaiola ela não fica
Em zoológico nem viveiro
Que Deus lhe fez pra ser livre
E voar o tempo inteiro
Quando a águia fica velha
Se sente um pouco cansada
Interrompe o seu trabalho
E a sua caminhada
Desiste do compromisso
Fecha agenda e não faz nada
Diferente da galinha
Que namora no poleiro
A águia respeita e ama
Porque cada um precisa
Voar só na imensidão
E assim se realiza
Não mantém os filhos presos
Debaixo das asas dela
Ensina e da liberdade
É mãe professora e bela
É como Deus ensinando
Tudo que a vida revela
Mesmo amando os filhos aplica
Uma ação dolorosa
Pra tirar eles do ninho
Dá espinhos e não as rosas
Bota os filhos no trabalho
Porque não é preguiçosa
Mesmo furados de espinhos
Seu filhote continua
Com preguiça lá no ninho
Nem voa e nem flutua
Por isto é que a mãe aplica
A lição pesada sua
Ensina os filhos voarem
Soltando eles da altura
Quando eles não batem as asas
Deles ela vai à procura
Pega nas asas e sobem
Aos poucos dando estrutura
Três quatro cinco ou dez vazes
Até os filhos a prenderem
Voarem de mundo a fora
E assim sobreviverem
Saindo do comodismo
E algo de bom fazerem
Temos que ser corajosos
Do jeito que a águia é
Procurar coisas do alto
Você que em Deus tem fé
Pra gente chegar ao céu
De Jesus de Nazaré
A águia não da o peixe
Pro filho se alimentar
Quando ele esta grandinho
Ela ensina ele pescar
Que quem pega o prato feito
Depois não quer trabalhar
Renovados como a águia
Seremos a cada dia
Buscando Deus nas alturas
Com poder e alegria
Bem aventurado o homem
Que só no senhor confia
Eu quero ser como águia
E voar com liberdade
Fazer tudo que eu quero
E ter a livre vontade
Que quem não se sente livre
Não acha felicidade
Ela é muito fiel
Não trai o seu companheiro
Temos que ser como a águia
Rigorosa vigilante
Perceber quem ta por traz
De lado e também distante
Triunfar vencendo o diabo
Que isto é mais importante
Faz seu ninho no penhasco
No cume alto também
Como mãe educa os filhos
Ama zela e lhes quer bem
Vigilância como a dela
Bem poucas pessoas têm
Ela desperta os seus filhos
Voando ao redor do ninho
Puixa eles sobre ela
Ensinando um bom caminho
Dá uma lição de mãe
Com muito amor e carinho
Quando é hora dos filhos
Sair de casa ela avisa
Dá independência a eles Águia
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Águia é símbolo de nobreza
Porque tem força e vigor
Campeã indiscutível
Alteza que tem valor
Serve de exemplo para aqueles
Que esperam no senhor
Forte viva e corajosa
É vencedora e robusta
Ela tem força de sobra
Não tem medo nem se assusta
E o valor de uma águia
Só Deus sabe quanto custa
O povo de Deus também
Tem que ser forte e guerreiro
Valente como uma águia
Que triunfa o tempo inteiro
Não tem medo de ningué
E seu vôo é altaneiro
Ela vence a tempestade
Não retrocede nas procelas
Ninguém intimida a águia
Ela enfrenta as novelas
Pra ameaças nem liga
E nem bate as asas belas
Adversário é perdido
Que ela rompe as barreiras
E vai vencendo os grilhões
Aquebrantando fronteiras
E conquistando as alturas
É a maior das barreiras
Pois a águia faz no céu
Seu caminho com razão
Deus a fez para as alturas
Vive na imensidão
A rainha do espaço
Não se arrasta no chão
A agia voa tão alto
Sua força nuca nega
Diferente de outros pássaros
O caçador não lhe pega
Uma águia morta pra casa
Já mais o homem carrega
O segundo vôo da águia
É mais alto que o primeiro
Mais alto que o segundo
Porém já é o terceiro
Cada vez voa mais alto
Com seu instinto guerreiro
Rápida como um avião
Mais que carro no asfalto
Águia não teme a bandido
O ladrão e nem assalto
E da lição para o crente
Mandando voar mais alto
Acima da tempestade
A águia pode voar
Passa por nuvem e relâmpago
Ouve o trovão ribombar
Agiganta seus esforços
Mas nada vai lhe parar
Corajoso como a águia
Devemos ser no momento
Que a tempestade chegar
Problema ou o sofrimento
Passar por cima de tudo
Sem temer a nenhum vento
Igual a tiro de flecha
A águia voa direto
Aonde vem ou aonde vai
O seu cominho é correto
Sabe tudo e nunca erra
O seu vão é livre e reto
Águia tem asas enormes
Maior que o corpo dela
Fica pairando no ar
O vento movendo ela
A heroína do vôo
Torna-se mais do que bela
Vai pros cumes dos penhascos
Atrás do alto renovo
E serve até de lição
Para dar ao nosso povo
Ela também louva a Deus
Do mesmo jeito que eu louvo
Com o próprio bico ela arranca
As penas velhas que tem
Ela não poupa a si mesma
Sente a dor e o desdém
Mesmo com dor e velhice
Ela busca viver bem
Quando a águia arranca as penas
Fica feia e deformada
Com o tempo nascem outras penas
Deixando ela renovada
Encantadora e bonita
Linda forte e enfeitada
Quando o seu bico esta velho
A águia aprende ao fazer
Esfrega o bico numa pedra
Até o sangue verter
Com o tempo o bico cresse
Nisto a águia tem saber
A águia cuida do filho
Para ninguém o pegar
Constroem seu ninho no alto
Pro homem não alcançar
Os animais predadores
Nele não pode tocar
Quando as garras ficam fracas
Elas pra fortalecerem
Bate as garras sobre a rocha
Para caírem e crescerem
Outras garras bem novinhas
Pra elas se defenderem
Eu sei que a águia é
Uma ave solitária
Nunca voa em rebanho
Ela é extraordinária
E como um sábio medita
Na hora mais necessária
A águia enxerga de lado
Por traz também adiante
Trezentos e sessenta graus
Como uma lente importante
Com raios dos olhos dela
Vê tudo que esta distante
A águia é quem mira o sol
E encara frente a frente
Não cai e nem se encandeia
Nem tem a vista doente
E a mesma visão da águia
Deve ter o homem crente
Ela vê quem ta na frente
Quem ta de baixo ou em cima
Vence o frio e o calor
Consegue fazer estima
Mas por detestar calor
No alto busca o bom clima
Queria ter vista boa
Do jeito que a águia tem
Por mais longe que ela esteja
Vê a vitima quando vem
Sem precisar usar óculos
Enxerga mais do que bem
Águia ama a liberdade
Não gosta de cativeiro
Em gaiola ela não fica
Em zoológico nem viveiro
Que Deus lhe fez pra ser livre
E voar o tempo inteiro
Quando a águia fica velha
Se sente um pouco cansada
Interrompe o seu trabalho
E a sua caminhada
Desiste do compromisso
Fecha agenda e não faz nada
Diferente da galinha
Que namora no poleiro
A águia respeita e ama
Porque cada um precisa
Voar só na imensidão
E assim se realiza
Não mantém os filhos presos
Debaixo das asas dela
Ensina e da liberdade
É mãe professora e bela
É como Deus ensinando
Tudo que a vida revela
Mesmo amando os filhos aplica
Uma ação dolorosa
Pra tirar eles do ninho
Dá espinhos e não as rosas
Bota os filhos no trabalho
Porque não é preguiçosa
Mesmo furados de espinhos
Seu filhote continua
Com preguiça lá no ninho
Nem voa e nem flutua
Por isto é que a mãe aplica
A lição pesada sua
Ensina os filhos voarem
Soltando eles da altura
Quando eles não batem as asas
Deles ela vai à procura
Pega nas asas e sobem
Aos poucos dando estrutura
Três quatro cinco ou dez vazes
Até os filhos a prenderem
Voarem de mundo a fora
E assim sobreviverem
Saindo do comodismo
E algo de bom fazerem
Temos que ser corajosos
Do jeito que a águia é
Procurar coisas do alto
Você que em Deus tem fé
Pra gente chegar ao céu
De Jesus de Nazaré
A águia não da o peixe
Pro filho se alimentar
Quando ele esta grandinho
Ela ensina ele pescar
Que quem pega o prato feito
Depois não quer trabalhar
Renovados como a águia
Seremos a cada dia
Buscando Deus nas alturas
Com poder e alegria
Bem aventurado o homem
Que só no senhor confia
Eu quero ser como águia
E voar com liberdade
Fazer tudo que eu quero
E ter a livre vontade
Que quem não se sente livre
Não acha felicidade
Jesus é ressurreição
Jesus é ressurreição
Não é reencarnação
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Evangelho que não seja
O da bíblia estar errado
Paulo desse que qualquer
Outro evangelho prega
Não sendo o de Jesus
É ele amaldiçoado
O apostolo Paulo disse
Ao homem novo e o velho
Se alguém aparecer
Pregando um falso evangelho
Tenha cuidado com ele
O verdadeiro é o velho
Cuidado com evangelho
Segundo o espiritismo
Porque ele não tem nada
Com nosso cristianismo
E vai botar muita gente
No grande e profundo abismo
Jesus cristo é quem perdoa
E lhe dar a salvação
Jesus disse sou a vida
Também a ressurreição
Tam que ser muito babaca
Pra crer em reencarnação
Morrer e nascer de novo
Não a prova nem aprovo
Mais tem doutrina fajuta
Que mente e engana o povo
Tem idiota pensando
Que morre e nasce de novo
Dizer que você foi outro
E que eu já fui alguém
Isto é coisa que não cabe
Em cabeça de ninguém
Talvez caba na daquele
Que pouco juízo tem
Lucas 16. 19 a 31
João 11. 25
João 14. 6
O espiritismo é falho
E tem os defeitos seus
Desfaz o que Jesus disse
Não crerem por serem ateu
Pos só Jesus é quem leva
O homem ao Divino Deus
Médium mente em dizer
Que tem se comunicado
Com os espíritos dos mortos
Do presente e do passado
Comunica-se com diabo
E entende tudo errado
Sei que mediunidade
É um fenômeno que tem
Quando a médium recebe
O diabo e diz ser alguém
Que domina o corpo dele
Na hora que o mal vem
Esta comunicação
Sensorial sem valia
Entre duas mentes distantes
A tal da telepatia
Transmissão de pensamentos
Somente tolo confia
Não creio em telepatia
Não foi nem é existente
Só Deus tem poder e pode
Penetrar em toda mente
Porque é onisciente
Onipotente e presente
Eu vejo alguém desfazendo
Tudo que Deus fez e faz
Pois quem morreu uma vez
Pro mundo não volta, mas.
Não é coro de minhoca
Pra ta pra frente e pra trás
Romanos 2.16
1 corintios 15. i
Gálatas 1. 6 a 12
Não é reencarnação
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Evangelho que não seja
O da bíblia estar errado
Paulo desse que qualquer
Outro evangelho prega
Não sendo o de Jesus
É ele amaldiçoado
O apostolo Paulo disse
Ao homem novo e o velho
Se alguém aparecer
Pregando um falso evangelho
Tenha cuidado com ele
O verdadeiro é o velho
Cuidado com evangelho
Segundo o espiritismo
Porque ele não tem nada
Com nosso cristianismo
E vai botar muita gente
No grande e profundo abismo
Jesus cristo é quem perdoa
E lhe dar a salvação
Jesus disse sou a vida
Também a ressurreição
Tam que ser muito babaca
Pra crer em reencarnação
Morrer e nascer de novo
Não a prova nem aprovo
Mais tem doutrina fajuta
Que mente e engana o povo
Tem idiota pensando
Que morre e nasce de novo
Dizer que você foi outro
E que eu já fui alguém
Isto é coisa que não cabe
Em cabeça de ninguém
Talvez caba na daquele
Que pouco juízo tem
Lucas 16. 19 a 31
João 11. 25
João 14. 6
O espiritismo é falho
E tem os defeitos seus
Desfaz o que Jesus disse
Não crerem por serem ateu
Pos só Jesus é quem leva
O homem ao Divino Deus
Médium mente em dizer
Que tem se comunicado
Com os espíritos dos mortos
Do presente e do passado
Comunica-se com diabo
E entende tudo errado
Sei que mediunidade
É um fenômeno que tem
Quando a médium recebe
O diabo e diz ser alguém
Que domina o corpo dele
Na hora que o mal vem
Esta comunicação
Sensorial sem valia
Entre duas mentes distantes
A tal da telepatia
Transmissão de pensamentos
Somente tolo confia
Não creio em telepatia
Não foi nem é existente
Só Deus tem poder e pode
Penetrar em toda mente
Porque é onisciente
Onipotente e presente
Eu vejo alguém desfazendo
Tudo que Deus fez e faz
Pois quem morreu uma vez
Pro mundo não volta, mas.
Não é coro de minhoca
Pra ta pra frente e pra trás
Romanos 2.16
1 corintios 15. i
Gálatas 1. 6 a 12
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Amor ausência e saudade
Amor ausência e saudade
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Há cinco coisas no mundo
Que detesto com razão
O desengano e ausência
A distancia e a solidão
E a saúde maldosa
Que corrói meu coração
Saudade é destruição
Que de tudo estar no meio
É passagem de quem parte
Companhia de quem veio
Desta palavra saudade
Eu mesmo sinto receio
Saudade é como um correio
Que em todo canto vai
A solidão é a carta
Da mão do carteiro sai
Quem sente saudade chora
Quem sente solidão cai
Deixa tristeza em quem vai
E acompanha quem vem
O mar da saudade é cheio
Quanto mais se tira tem
Eu não desejo saudade
Para mim nem pra ninguém
Mas, ter saudade também.
Demonstra ter esperança
De um passado que pode
Voltar a trazer lembrança
É como diz o ditado
Quem espera tudo alcança
Quando a ausência se avança
De uma pra outra parte
A minha alma se agita
O meu coração se parte
Vivo mas, me sinto morto.
Porque vejo em mim um marte
Eu não encontrei descarte
Pra dar à negra distancia
Que feriu meu sentimento
Encheu meu peito de ância
Como desculpa de morte
Que chega sem importância
O desengano trás ância
Depleção e desespero
É como canção cantada
Na voz de pássaro algoreiro
Aos poucas vai diluindo
Meu coração por inteiro
Sei que não fui o primeiro
A conviver com a saudade
Mas, não queria sentir.
Solidão nem solidade
Porque saudade destrói
E solidão me evade
Saudade é como uma grade
Xilindró é solidão
A distancia é a algema
A ausência é um marrão
E o desengano à estrada
Pra casa da ilusão
Queria dar um cartão
Vermelho ou amarelo agora
Pra expulsar a saudade
Do meu coração pra fora
E dizer a solidão
Sai de mim e vai embora
O desengano devora
Isto é a verdade pura
A solidão trás tristeza
Saudade trás amargura
São duas doenças crônicas
Que tenho e não acho cura
Uma com outra mistura
E me bota no sufoco
Por não suportar eu sinto
Que estou ficando louco
A saudade e a solidão
Vai me matar pouco a pouco
Saudade me deixa louco
Ó que solidão tremenda
Se no lugar da saudade
Fosse prata e desce renda
Se solidão fosse ouro
Eu faria boa renda
Não tenho nem encomenda
Uma é ruim outra não presta
Se a saudade é pesada
Solidão é desonesta
Quem vê uma vê a outra
Mas, todo mundo detesta.
Sentir saudade não presta
E viver só é ruim
Eu não desejo saudade
Para você nem pra mim
Saudade é consumação
E solidão é o fim
Mas, já que a vida é assim.
De um jeito ou outro qualquer
Sente solidão o homem
Sente saudade a mulher
Embora nem um dos dois
Sente as duas porque quer
Se a ausência quiser
A distancia diz eu entro
Do campo do coração
Solidão escolhe o centro
Mas, não vou abrir meu peito.
Pra saudade morar dentro
Têm horas que me concentro
Pensando em meu desengano
Saudade destrói projeto
Solidão desmancha plano
Ó Deus tenha dó de me
Que eu também sou humano
Afaste este desengano
Que quem olha pra me nota
Que saudade e solidão
Aos poucos me derrota
Um sorrir outra diz
Vou matar este idiota
Eu não quero boa nota
No que não tem serventia
Quero encentrar a paz
O amor à alegria
Sai saudade e solidão
Ó Deus me der companhia
É saudade e solidão
As coisas pior do mundo
Mas, solidão e saudade.
Não ficou pra todo mundo
Por que aquilo que sinto
Ninguém suporta um segundo
Vida de gente que ama
E de gente sem amor
Quando um está feliz
O outro sente uma dor
Porem tem gente que nasce
Só para ser sofredor
Esta vida de novela
De dor maldade e drama
Quem não ama tudo esquece
Tudo só lembra quem ama
Saudade maltrata o peito
E solidão me inflama
Se meu coração é mole
Seu coração endurece
Deixe o seu peito sorrir
Já que meu peito padece
Apenas quero dizer
Que quem ama não esquece
A dor do amor da febre
Arde no corpo da gente
Dói no corpo e dói na alma
No coração e na mente
Dói mais que dor de cabeça
Dor de ouvido e de dente
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
Há cinco coisas no mundo
Que detesto com razão
O desengano e ausência
A distancia e a solidão
E a saúde maldosa
Que corrói meu coração
Saudade é destruição
Que de tudo estar no meio
É passagem de quem parte
Companhia de quem veio
Desta palavra saudade
Eu mesmo sinto receio
Saudade é como um correio
Que em todo canto vai
A solidão é a carta
Da mão do carteiro sai
Quem sente saudade chora
Quem sente solidão cai
Deixa tristeza em quem vai
E acompanha quem vem
O mar da saudade é cheio
Quanto mais se tira tem
Eu não desejo saudade
Para mim nem pra ninguém
Mas, ter saudade também.
Demonstra ter esperança
De um passado que pode
Voltar a trazer lembrança
É como diz o ditado
Quem espera tudo alcança
Quando a ausência se avança
De uma pra outra parte
A minha alma se agita
O meu coração se parte
Vivo mas, me sinto morto.
Porque vejo em mim um marte
Eu não encontrei descarte
Pra dar à negra distancia
Que feriu meu sentimento
Encheu meu peito de ância
Como desculpa de morte
Que chega sem importância
O desengano trás ância
Depleção e desespero
É como canção cantada
Na voz de pássaro algoreiro
Aos poucas vai diluindo
Meu coração por inteiro
Sei que não fui o primeiro
A conviver com a saudade
Mas, não queria sentir.
Solidão nem solidade
Porque saudade destrói
E solidão me evade
Saudade é como uma grade
Xilindró é solidão
A distancia é a algema
A ausência é um marrão
E o desengano à estrada
Pra casa da ilusão
Queria dar um cartão
Vermelho ou amarelo agora
Pra expulsar a saudade
Do meu coração pra fora
E dizer a solidão
Sai de mim e vai embora
O desengano devora
Isto é a verdade pura
A solidão trás tristeza
Saudade trás amargura
São duas doenças crônicas
Que tenho e não acho cura
Uma com outra mistura
E me bota no sufoco
Por não suportar eu sinto
Que estou ficando louco
A saudade e a solidão
Vai me matar pouco a pouco
Saudade me deixa louco
Ó que solidão tremenda
Se no lugar da saudade
Fosse prata e desce renda
Se solidão fosse ouro
Eu faria boa renda
Não tenho nem encomenda
Uma é ruim outra não presta
Se a saudade é pesada
Solidão é desonesta
Quem vê uma vê a outra
Mas, todo mundo detesta.
Sentir saudade não presta
E viver só é ruim
Eu não desejo saudade
Para você nem pra mim
Saudade é consumação
E solidão é o fim
Mas, já que a vida é assim.
De um jeito ou outro qualquer
Sente solidão o homem
Sente saudade a mulher
Embora nem um dos dois
Sente as duas porque quer
Se a ausência quiser
A distancia diz eu entro
Do campo do coração
Solidão escolhe o centro
Mas, não vou abrir meu peito.
Pra saudade morar dentro
Têm horas que me concentro
Pensando em meu desengano
Saudade destrói projeto
Solidão desmancha plano
Ó Deus tenha dó de me
Que eu também sou humano
Afaste este desengano
Que quem olha pra me nota
Que saudade e solidão
Aos poucos me derrota
Um sorrir outra diz
Vou matar este idiota
Eu não quero boa nota
No que não tem serventia
Quero encentrar a paz
O amor à alegria
Sai saudade e solidão
Ó Deus me der companhia
É saudade e solidão
As coisas pior do mundo
Mas, solidão e saudade.
Não ficou pra todo mundo
Por que aquilo que sinto
Ninguém suporta um segundo
Vida de gente que ama
E de gente sem amor
Quando um está feliz
O outro sente uma dor
Porem tem gente que nasce
Só para ser sofredor
Esta vida de novela
De dor maldade e drama
Quem não ama tudo esquece
Tudo só lembra quem ama
Saudade maltrata o peito
E solidão me inflama
Se meu coração é mole
Seu coração endurece
Deixe o seu peito sorrir
Já que meu peito padece
Apenas quero dizer
Que quem ama não esquece
A dor do amor da febre
Arde no corpo da gente
Dói no corpo e dói na alma
No coração e na mente
Dói mais que dor de cabeça
Dor de ouvido e de dente
Poema a morte de Isabela
Poema a morte de Isabela
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
A Vinte nove de março
Noite triste foi aquela
Nossos jornais Brasileiros
Ao mundo todo revela
A bárbara fatalidade
Da morte de Isabela
Faltando vinte e um dias
Para os seis anos de idade
Morreu em dois mil e oito
Vitima da atrocidade
Sua mãe não se consola
Seus colegas de escola
Choram e sentem saudade
No momento de fraqueza
Um ato brutal daquele
Um monstro disse que um monstro
Matou a filhinha dele
Isto o monstro planejou
O monstro só não falou
Que o monstro tinha sido ele
O Brasil todo lamenta
E sua mãe verdadeira
Peço a Deus dê força a Ana
Caroline de Oliveira
Que a dor da perda da filha
Abalou-lhe por inteira
Quem tinha uma vida linda
Morreu sem poder viver
Teve a vida interrompida
Na estrada do crescer
Deus dê coração ao monstro
Pra ele se arrepender
Não tem terceiro suspeito
Como Alexandre compôs
Se tiver terceiro e quarta
São as sombras deles dois
E os remorsos do crime
Eles sentirão depois
A palavra de Deus pede
Pra liberarmos perdão
Deus diz assim ninguém faça
Justiça com a própria mão
Quem mata dois assassinos
Também tem mau coração
A vingança e a justiça
Pertence a Deus pai dos pais
Lembre-se que Jesus morreu
Pra da vida a Barrabás
Chega de crime e vingança
Queremos amor e paz
Veja a defesa empurrando
O caso com a barriga
Se a justiça falhar
Mas a mão de Deus castiga
Um pai que tem sangue frio
E a madrasta inimiga
Quem foi que asfixiou
Quem foi que cortou a tela
Quem lhe puxou pelas mãos
E atirou pela janela
Não deu prova de quem ama
O Brasil inteiro clama
Justiça por Isabela
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva
A Vinte nove de março
Noite triste foi aquela
Nossos jornais Brasileiros
Ao mundo todo revela
A bárbara fatalidade
Da morte de Isabela
Faltando vinte e um dias
Para os seis anos de idade
Morreu em dois mil e oito
Vitima da atrocidade
Sua mãe não se consola
Seus colegas de escola
Choram e sentem saudade
No momento de fraqueza
Um ato brutal daquele
Um monstro disse que um monstro
Matou a filhinha dele
Isto o monstro planejou
O monstro só não falou
Que o monstro tinha sido ele
O Brasil todo lamenta
E sua mãe verdadeira
Peço a Deus dê força a Ana
Caroline de Oliveira
Que a dor da perda da filha
Abalou-lhe por inteira
Quem tinha uma vida linda
Morreu sem poder viver
Teve a vida interrompida
Na estrada do crescer
Deus dê coração ao monstro
Pra ele se arrepender
Não tem terceiro suspeito
Como Alexandre compôs
Se tiver terceiro e quarta
São as sombras deles dois
E os remorsos do crime
Eles sentirão depois
A palavra de Deus pede
Pra liberarmos perdão
Deus diz assim ninguém faça
Justiça com a própria mão
Quem mata dois assassinos
Também tem mau coração
A vingança e a justiça
Pertence a Deus pai dos pais
Lembre-se que Jesus morreu
Pra da vida a Barrabás
Chega de crime e vingança
Queremos amor e paz
Veja a defesa empurrando
O caso com a barriga
Se a justiça falhar
Mas a mão de Deus castiga
Um pai que tem sangue frio
E a madrasta inimiga
Quem foi que asfixiou
Quem foi que cortou a tela
Quem lhe puxou pelas mãos
E atirou pela janela
Não deu prova de quem ama
O Brasil inteiro clama
Justiça por Isabela
Visão do futuro
Visão do futuro
Autor poeta
Raimundo Nonato da silva
Ontem à noite eu fui dormir
Tive uma triste visão
Sonhei que o mundo estava
Em plena destruição
Como o sonho ruim existe
Eu vi um furo triste
Para nova geração
Eu vi o mundo inseguro
Numa vida bandoleira
E droga sendo vendida
Como banana na feira
Por vê a corrupção
Pedi a Deus compaixão
Para a nação Brasileira
O povo na corredeira
Sem saber o que fazer
Um queria se matar
Outro queria morrer
Achando a vida mesquinha
No futuro ninguém tinha
Nem vontade de viver
Chorei batendo no peito
Perguntando a Deus também
Porque ninguém mais respeita
O direito de alguém
O tolo quer ser esperto
O errado que ta certo
Quando direito não tem
Eu vi a droga matando
E a juventude perdida
A impunidade ganhando
E a liberdade vencida
A fé perdendo pra dor
Paz esperança e amor
Estavam no fim da vida
Vi a prostituição
E os desejos carnais
O sexo feito ao livre
Das maneiras mais brutais
E vi as falsas paixões
Dos que dizem foliões
De jogos e carnavais
Vi coisas abomináveis
Do homossexualismo
E uma mulher com outra
Praticando o lesbianismo
Coisa que não vale a pena
Pois na bíblia Deus condena
Quem pratica o sodomismo
Vi o mundo no abismo
E Deus dizendo me aguarde
No dia do julgamento
Ai daquele que é covarde
Achei triste aquele lanço
Não existia mais chance
Pra quem se arrependeu tarde
Vi muita gente chorando
Por não ter se arrependido
Cedo e agora tarde
Diziam o choro é perdido
Na tristeza que passava
Tinha alguém que desejava
Bem mais antes ter morrido
Aceite Jesus amigo
Deixe o mundo de pecado
Estude a bíblia sagrada
Aprenda a pura verdade
Jesus estar lhe chamando
Quem sabe hoje Deus ta lhe dando
A ultima oportunidade
Autor poeta
Raimundo Nonato da silva
Ontem à noite eu fui dormir
Tive uma triste visão
Sonhei que o mundo estava
Em plena destruição
Como o sonho ruim existe
Eu vi um furo triste
Para nova geração
Eu vi o mundo inseguro
Numa vida bandoleira
E droga sendo vendida
Como banana na feira
Por vê a corrupção
Pedi a Deus compaixão
Para a nação Brasileira
O povo na corredeira
Sem saber o que fazer
Um queria se matar
Outro queria morrer
Achando a vida mesquinha
No futuro ninguém tinha
Nem vontade de viver
Chorei batendo no peito
Perguntando a Deus também
Porque ninguém mais respeita
O direito de alguém
O tolo quer ser esperto
O errado que ta certo
Quando direito não tem
Eu vi a droga matando
E a juventude perdida
A impunidade ganhando
E a liberdade vencida
A fé perdendo pra dor
Paz esperança e amor
Estavam no fim da vida
Vi a prostituição
E os desejos carnais
O sexo feito ao livre
Das maneiras mais brutais
E vi as falsas paixões
Dos que dizem foliões
De jogos e carnavais
Vi coisas abomináveis
Do homossexualismo
E uma mulher com outra
Praticando o lesbianismo
Coisa que não vale a pena
Pois na bíblia Deus condena
Quem pratica o sodomismo
Vi o mundo no abismo
E Deus dizendo me aguarde
No dia do julgamento
Ai daquele que é covarde
Achei triste aquele lanço
Não existia mais chance
Pra quem se arrependeu tarde
Vi muita gente chorando
Por não ter se arrependido
Cedo e agora tarde
Diziam o choro é perdido
Na tristeza que passava
Tinha alguém que desejava
Bem mais antes ter morrido
Aceite Jesus amigo
Deixe o mundo de pecado
Estude a bíblia sagrada
Aprenda a pura verdade
Jesus estar lhe chamando
Quem sabe hoje Deus ta lhe dando
A ultima oportunidade
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