Poeta Raimundo Nonato

domingo, 18 de abril de 2010

Sou contra a pena de morte

Sou contra a pena de morte
Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva

A pena de morte só mata inocente
Começando logo pelo Salvador
Meu Jesus morreu inocentemente
Pregando a verdade a paz e o amor
Estevão morreu sem nada dever
Sempre morre o fraco e sobrevive o forte
O pobre é quem perde o rico é quem ganha
Por isso eu sou contra a pena de morte

Pedro foi discípulo vitima dessa pena
E muitos apóstolos foram vitima dela
A pena de morte mata sem regime
E só extermina quem é da favela
Quem usa gravata blazer e paletó
Mente rouba e mata nem vai ao presídio
Existe político matando e roubando
E o pobre é vitima do triste homicídio

Se a pena de morte existisse pra todos
Se morresse o pobre e o rico também
Não havia mais presos nas cadeias
E lá em Brasília não tinha ninguém
Não digo Brasília de um modo geral
Falo dos que vivem dentro do planalto
Alguns deputados muitos senadores
Que vivem na pratica do roubo e do assalto



































Deviam acabar com a pena de morte
O roubo e o crime e a corrupção
O álcool e a droga o fumo e a arma
Mas não com a vida do seu próprio irmão
A pena de morte quem pede é tão leigo
Tolo de nascença não experiente
Sendo a favor dela é contra a pobreza
A pena de morte só mata inocente

Agradeço a Deus pela minha vida
Porque estou vivo sem matar ninguém
Eu nunca feri e nem fui ferido
Ao em vez do mal vou fazer o bem
Pois quem ama a vida ensina viver
Não rouba não mata ama e não oprime
Incentiva a paz busca a esperança
Abraça o irmão e foge do crime

Amai o teu próximo como a si mesmo
Quem matar alguém é réu de juiz
Foi Jesus que disse e esta na bíblia
E eu acredito no que a bíblia diz
Se Deus deu a vida só Deus é quem tira
Deus tem o poder pra dar e tirar
O homem perverso mata por maldade
Mas é muito triste morrer ou matar

Um protesto contra a guerra

Um protesto contra a guerra
Autor poeta
Raimundo Nonato da silva

Você que ataca
Estado e país
Com tráfico e terror
Crime organizado
Protege bandidos
Matam os pequeninos
Assalta a nação
E dar golpe de estado
Político egocêntrico
Só pensa em si mesmo
Em fama e petróleo
Dinheiro e poder
Nunca vi império
Que um dia não cais
Quem semeia o ódio
O mal vai colher

Você faz as armas
Pra usar na guerra
Fez o carro tanque
E o avião
Fez a bomba atômica
E mísseis nucleares
Você contribui
Pra destruição
Acha-se potente
E arma estratégia
Contra a vida humana
Pensando que é forte
Sua má ciência
E má tecnologia
Só tem lhe empurrado
Pra cima da morte

















Você mata muito
Com os seus conflitos
Bota alguém na frente
Esconde se por traz
Tem nome de herói
Mas herói não é
Herói é quem ama
O próximo e quer paz
Você força alguém
Morrer por você
Vai de contra Deus
Sá faz covardia
Hoje na sua guerra
Só morre inocente
Mas você por isso
Vai pagar um dia

Alguém que precisa
De água e pão
Remédio e abrigo
Em muitos lugares
E você gastando
Com as armas químicas
Que destroem a terra
E poluem os mares
Terrorista é quem
Desrespeita a ônus
Atropela as leis
Age brutalmente
A democracia
Esta si acabando
Cadê os direitos
Humanos da gente

Mundo selvagem

Mundo selvagem
Musica e letra do poeta
Raimundo Nonato da Silva

Estamos vivendo
No mundo selvagem
Onde pouca gente
Conhece o amor
Vejo a juventude
Que consomem drogas
Sendo destruída
No leito da dor
E neste cominho
De ida sem volta
Alguém se revolta
Já tarde de mais
E diz minha vida
É um triste de lema
São as conseqüências
Que a droga traz

Hoje tudo é normal
Namoro é um fica
Se o pai aconselha
O filho é careta
Trafico de criança
Prostituição
Já virou comercio
No nosso planeta
A mãe que aborta
E a medico assassino
Mata o menino
Antes de nascer
Ela arisca a vida
Tirando uma vida
E quem Deus deu vida
Não pôde viver

O efeito estufa
Que não diminui
Você que polui
O meio ambiente
Com aquecimento
Que já é global
Ti fizeste o mal
Pra si e pra gente
A gripe suína
Crise mundial
A terra geral
Perdeu o domínio
E o homem que diz
Ser racional
Parece animal
Sem raciocínio

Sodomia estupro
E pedofilia
Assalto e seqüestro
Neste mundo cão
O sexo é feito
Ai ao ar livre
Cadê a vergonha
Falta educação
Ouvir palavrão
Ver pornografia
E a baixaria
Levando vantagem
Com crime ganhando
E a paz perdendo
Estamos vivendo
No mundo selvagem

Precisa as pessoas
Se conscientizarem
A deixarem o erro
E fazerem o certo
Abrirem seus olhos
Vigiarem mais
Enxergarem a vida
De longe e de perto
Quando muita gente
Cair na real
E buscar o amor
De Deus que é maior
Talvez finde a dor
Crime e violência
E a gente viva
No mundo melhor

Autor poeta

País sem lei
Autor poeta
Raimundo Nonato da silva

Eu nasci e moro no país sem lei
País que a justiça virou injustiça
Embora forçado por quem eu não sei
Obrigado chamar injustiça justiça
País que a verdade dói em muita gente
Vejo hipocrisia e a impunidade
País que o errado pensa que ta certo
E o crime vence a autoridade

País que o homem trabalhador
É vitima do roubo da morte e do assalto
Onde alei é muda e a justiça é sega
Só quem tem dinheiro manda e fala auto
País que o pobre entra em questão
Com sujeito rico e só sai perdendo
Onde a segurança ficou em segura
Este é o país que estou vivendo

País que os políticos ganham seus milhões
Pro funcionário publico falto o necessário
Onde o pagamento do pobre se atrasa
E o político faz greve por melhor salário
País que o jornal serve de coberta
Quem não tem casa e cama dorme na calçada
País que o político diz vai tudo bem
Só que de bem mesmo eu não vejo nada



































Político altruísta ninguém ver nem um
Mas o egocêntrico é o que se ver
Para alguns medíocres da sociedade
O cidadão pobre não pra viver
Um dos três poderes já perdeu a força
O judiciário se tornou cativo
Porque no joguinho do só dar nós
Ganha o executivo e o legislativo

Eu sou do Brasil um país sem culpa
Dos maus governantes lhe jogarem no abismo
Com trafico de droga e trafico armas
Quem esta reinando é o banditismo
Crianças drogadas se prostituindo
Jovem prostituta jovem marginal
Este é o quadro de um país sem lei
Que falta justiça governo e moral

Poesia sete de setembro

Poesia sete de setembro
Autor poeta
Raimundo nonato da silva

Sete de setembro dia memorável
Dom Pedro segundo gritou alto e forte
Na margem do rio lá do Ipiranga
De uma vez por todas a independência ou morte
E naquele dia o nosso Brasil
Mudara pra sempre de vida e de sorte

Daquele regime que foi português
O nosso Brasil ficou independente
Se Brasil é pátria somos filhos dela
Seu povo sofrido também é valente
Eu vivo na paz mais morro na guerra
Pelo o meu Brasil e a minha gente

Dia que o exercito e escolas desfilam
E a banda treze de maio também
Hasteia a bandeira verde e amarela
O hino nacional todos canta bem
Sete de setembro viva meu Brasil
Você e seu povo estão de parabéns

Dizem que o Brasil é independente
Só estar faltando ter autoridade
Se livrar das drogas de armas e bandidos
Políticos corruptos que fazem maldade
Se um dia trocar-mos os maus pelos bons
Talvez nos tenhamos paz e liberdade

Se o ofendido também perdoasse
Quem lhe ofendeu pedindo perdão
Se ao invés da arma que depara e mata
Nós descemos um abraço e apertasse a mão
E dissesse assim eu sou brasileiro
E você também eu sou seu irmão

Eu sou brasileiro amo a minha pátria
Se o Brasil é corpo também sou um membro
Não era nascido, mas recordo da data.
Eu li a historia aprendi e lembro
Não posso esquecer do dia festivo
A data mais linda sete de setembro

Matuto da roça

Matuto da roça
Autor poeta Raimundo Nonato da silva

Eu nasci na roça eu sô pobe zim
Eu só quer amor eu só quer carim
O povo de lá já sabe eu como é
Eu só quer amor eu só quer muié

Eu gosto de leite cuscui e quaiada
Angu com rapa dura quejo e carne assada
Eu sô pobe zim eu não tem nem luxo
Eu só quer comer pá encher o bucho

A vida me ensina a sua lição
Eu nunca peguei um lape na mão
Eu nunca estudei nunca fui na escola
Eu só gosto mermo da minha viola

Na roça armo o fojo pá pegar preá
Tem mais um açude promode eu pescar
Lamora meu povo zamigo e parente
Eu só quer ficar com a minha gente

Eu sou um caipira me criei na roça
Só sei viver bem na minha paioça
Eu não me acostumo morar na cidade
No meu sitio eu tem paz e liberdade

Mãe heroína autor poeta

Mãe heroína autor poeta
Raimundo Nonato da Silva

Mãos que me acariciaram
Braços que me seguraram
Seios que me amamentaram
Um coração sem maldade
Sou carne da carne dela
Acho mamãe muito bela
O próprio Deus me revela
Que mãe não tem falsidade

Vida que arriscou a vida
Pra da luz da minha vida
Sua vida veio de outra vida
Minha vida veio da sua
Mãe é sertã e nunca erra
Defende o filho na guerra
E quando partir da terra
No céu mamãe continua

Abaixa de Deus no mundo
Só quem tem amor profundo
Pra amar todo segundo
É a mãe e mais ninguém
Se o filho está ausente
Muita saudade a mãe sente
Se o filho ficar doente
Mãe adoece também

Não maltrate a mamãezinha
Que sua mãe é rainha
A sua mãe e aminha
Não merece ingratidão
Além de mãe professora
Zele sua genitora
Quem faz a mãe sofredora
Não tem um bom coração















Mãe é árvore e eu sou fruto
Mãe é roseira eu sou rosa
Mãe é flor mais cheirosa
Do jardim de filho ou filha
Para nos ter sofreu dor
Dando este exemplo de amor
No céu de nosso senhor
Mãe é estrela que brilha

A mãe cuida dos filhinhos
Ofertando os seus carinhos
Ensinando os bons caminhos
Para todos os filhos seus
Além de sentimental
É peça fundamental
Amor de mãe é igual
O amor do grande Deus

Eu muito me maravilho
Por mamãe ter este brilho
Uma mãe é pra cem filhos
Mais nem um são pra senhora
Mamãe é mais do que santa
Se eu me alegro ela canta
Não colhe o amor que planta
Mais colhe as lagrimas que chora

Nós temos a mãe caseira
Mãe doutora e engenheira
E temos a mãe guerreira
Dando aos filhos a disciplina
A mãe é incorrigível
Em nem uma tem desnível
Ela busca o impossível
Toda mãe é heroína